Boca de urna lidera crimes eleitorais no segundo turno de eleições em SC; veja os casos

A PMSC contabilizou nove ocorrências até as 11h deste domingo (25), em seis municípios catarinenses; casos de boca de urna corresponderam por cinco dos registros

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SC registra nove ocorrências eleitorais no segundo turno (Foto: PMSC, Divulgação)

Nove ocorrências de crimes eleitorais foram registradas pela Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) até as 11h deste domingo (25), durante o segundo turno das Eleições 2026. Os casos foram contabilizados em seis municípios catarinenses, com predominância de denúncias relacionadas à prática de boca de urna.

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O balanço parcial foi divulgado durante o acompanhamento policial da votação, neste domingo.

Boca de urna concentra mais da metade dos registros de crimes eleitorais

A boca de urna foi a infração mais frequente entre os nove casos contabilizados pela PMSC. Ao todo, foram cinco ocorrências desse tipo, que representam 55,6% do total registrado até o fim da manhã.

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Além disso, o levantamento identificou outras quatro ocorrências, distribuídas entre diferentes categorias. Confira os números:

  1. Boca de urna: cinco ocorrências;
  2. Violação do sigilo do voto: duas ocorrências;
  3. Desordem eleitoral: uma ocorrência;
  4. Propaganda eleitoral: uma ocorrência.

Os dados correspondem ao período acompanhado até as 11h e podem sofrer alterações conforme novos registros forem feitos durante o segundo turno.

Quais cidades de SC registraram ocorrências eleitorais?

Os nove casos foram distribuídos por seis municípios de Santa Catarina. Brusque concentrou o maior número de registros, seguida por Biguaçu.

Veja a distribuição das ocorrências por cidade:

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  • Brusque: três ocorrências;
  • Biguaçu: duas ocorrências;
  • Camboriú: uma ocorrência;
  • Cocal do Sul: uma ocorrência;
  • Palhoça: uma ocorrência;
  • São Francisco do Sul: uma ocorrência.

Polícia fiscaliza ocorrências em colégios eleitorais de SC

A PMSC mantém o policiamento e o monitoramento de situações relacionadas ao processo eleitoral em diferentes regiões catarinenses. O trabalho busca preservar a ordem pública e contribuir para a segurança dos eleitores, dos servidores da Justiça Eleitoral e dos locais de votação.

O subcomandante-geral da corporação, coronel Fabrício Berto da Silveira, destacou a atuação conjunta com as instituições envolvidas na organização do pleito.

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“A Corporação trabalha de forma integrada com as instituições envolvidas no processo eleitoral, com foco na tranquilidade e na normalidade do pleito”.

A integração entre os órgãos envolvidos tem como objetivo acompanhar possíveis irregularidades e manter condições adequadas para o andamento da votação.