Enquanto no Brasil os eleitores esperam pelas Eleições 2026, na Oceania o pleito já começou. Uma das primeiras eleitoras foi a artista plástica Roberta Queiroga, que mora na Nova Zelândia há mais de 25 anos. Ela saiu de Auckland no sábado (3) e seguiu de carro até Wellington, onde fica a Embaixada do Brasil e o único ponto de votação no país.
A viagem durou em torno de 9 horas, apesar da distância, ela faz questão de ir. “Eu já votei várias vezes aqui, em 2022 eu vim no primeiro turno e segundo turno e a gente sempre faz assim. Tem gente que vem de ônibus, tem gente que vem de avião. É uma missão”, contou, de forma descontraída, ao NSC Total.
Veja fotos de Roberta, brasileira que foi votar na Nova Zelândia:
A estratégia foi chegar à capital neozelandesa ainda no dia anterior. Roberta e os acompanhantes ficaram hospedados em um hotel próximo à embaixada e programaram a manhã para estarem no local antes mesmo do início da votação.
“A gente estava com o plano de chegar lá antes de abrir. Então, chegamos um pouquinho antes das 7h30 e cada um foi para a sua seção”, relata. Segundo Roberta, há cerca de seis seções eleitorais funcionando na Embaixada do Brasil em Wellington. Ela foi a primeira eleitora a votar por lá. A votação vai até as 17h do horário local.
Mais de 900 mil brasileiros votam no exterior
Conforme o TSE, são 918.876 brasileiras e brasileiros que vivem no exterior e estão aptos a votar. O número corresponde a pouco mais de 0,5% do eleitorado brasileiro, estimado em aproximadamente 158,7 milhões de pessoas.
Fora do país, a votação é exclusiva para os cargos de presidente e vice-presidente da República. Neste ano, o eleitorado está distribuído por 186 cidades no exterior, onde serão instaladas as seções eleitorais. Na Nova Zelândia, país onde Roberta mora, são 3.130 eleitores.




