A candidata Bia Borba (NOVO), declarada como voto do deputado federal Nikolas Ferreira (PL) para o cargo em Santa Catarina, não se elegeu nas Eleições 2026, na noite deste domingo (4). Aos 21 anos, ela recebeu 52.770 votos, mas havia apenas uma vaga para a sigla para o cargo de deputado federal, que ficou com Gilson Marques (NOVO).
Nas redes sociais, Bia Borba, que é vereadora em Biguaçu, na Grande Florianópolis, se autointitula “Candidata do Nikolas Ferreira a Deputada Federal por SC, Cristã, Conservadora, Anti feminista”. Na “colinha” eleitoral, Nikolas recomendava a vereadora para o cargo. Em Biguaçu, ela foi uma das mais votadas, com 4.456 mil votos.
Depois da derrota, Bia Borba disse que, apesar de não ter conseguido alcançar a vaga na Câmara dos Deputados, “o resultado que construímos juntos é histórico e gigante”.
“Minha gratidão primeiro a Deus, por guiar cada passo. À minha família e à minha equipe incansável, que deram o sangue todos os dias. A cada catarinense que acreditou no nosso projeto e na renovação da política: o nosso compromisso com Santa Catarina não termina aqui. A semente foi plantada e o futuro está só começando. Seguimos com a mesma coragem e fé para mudar o Brasil”, concluiu.
Até o momento, Nikolas Ferreira não havia se pronunciado sobre a derrota de Bia Borba.
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Nikolas Ferreira se elegeu como o deputado federal mais votado do Brasil
Nikolas Ferreira teve 3.119.314 votos e foi o deputado federal mais votado do Brasil. Ele superou os votos do colega Lucas Pavanato (PL), que obteve 3.038.438 votos. Nikolas também superou os 1,84 milhão de votos que Eduardo Bolsonaro obteve em 2018, que havia sido o mais votado para deputado federal à época.
Minas Gerais elege 53 deputados federais nas Eleições 2026. A Câmara dos Deputados possui um total de 513 deputados eleitos. Eles são divididos entre os estados e o Distrito Federal de acordo com a população de cada um.
Os deputados federais têm mandato de quatro anos e entre suas principais atribuições estão elaborar, discutir e votar leis de interesse nacional, além de fiscalizar as ações do governo federal e acompanhar a aplicação dos recursos públicos. Também participam da análise e votação do Orçamento da União.





