O Paraná terá oito candidatos na disputa pelo governo nas Eleições 2026. Os nomes foram escolhidos pelos partidos durante as convenções realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto.
A lista considera as candidaturas apresentadas à Justiça Eleitoral. Até esta quinta-feira (20), todos os oito registros apareciam como “aguardando julgamento” no DivulgaCand, sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Quem são os candidatos ao governo do Paraná
Adriano Funileiro (PCO)
Adriano Funileiro, nome de urna de Adriano Teixeira, de 39 anos, é mecânico de manutenção e candidato do PCO ao governo do Paraná. Natural de Nova Olímpia, terá Zé Carlos (PCO) como candidato a vice-governador. O partido concorre sem coligação. Adriano declarou não possuir bens à Justiça Eleitoral. A candidatura está aguardando julgamento.
Alexandre Salomão (Mobiliza)
Alexandre Salomão, de 55 anos, é advogado e candidato do Mobiliza ao governo do Paraná. Nunca ocupou cargo público eletivo e terá Daiana Criminacio (Mobiliza) como candidata a vice-governadora. O partido concorre sem coligação. Salomão declarou R$ 27.695.000 em bens à Justiça Eleitoral. A candidatura está aguardando julgamento.
Luiz França (Missão)
Luiz França, de 32 anos, é advogado, economista e candidato do Partido Missão ao governo do Paraná. Nunca ocupou cargo público eletivo e terá João Adolfo (Missão) como candidato a vice-governador. O partido concorre sem coligação. França declarou R$ 144.999,99 em bens à Justiça Eleitoral. A candidatura está aguardando julgamento.
Requião Filho (PDT)
Requião Filho, de 46 anos, é advogado e candidato do PDT ao governo do Paraná. É deputado estadual desde 2015 e terá Michele Caputo (Solidariedade) como candidato a vice-governador. Requião Filho concorre pela coligação Paraná para Todos, formada por PDT, Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV), Federação PSOL Rede e Federação Renovação Solidária (PRD/Solidariedade). Declarou R$ 1.876.342,14 em bens à Justiça Eleitoral. A candidatura está aguardando julgamento.
Samuel de Mattos (PSTU)
Samuel de Mattos, de 38 anos, é professor de Ensino Médio e candidato do PSTU ao governo do Paraná. Nunca ocupou cargo público eletivo e terá Helena Figueiredo (PSTU) como candidata a vice-governadora. O partido concorre sem coligação. Samuel declarou R$ 1.035.000 em bens à Justiça Eleitoral. A candidatura está aguardando julgamento.
Sandro Alex (PSD)
Sandro Alex, de 53 anos, é advogado e radialista e candidato do PSD ao governo do Paraná. É deputado federal licenciado e terá Rafael Greca (MDB) como candidato a vice-governador. Concorre pela coligação A Mudança Continua, formada por Republicanos, MDB, Democrata, PSD, Avante, Federação PSDB Cidadania e Federação União Progressista (União Brasil/PP). Declarou R$ 1.667.125,53 em bens à Justiça Eleitoral. A candidatura está aguardando julgamento.
Sergio Moro (PL)
Sergio Moro, de 54 anos, é senador e ex-juiz federal e candidato do PL ao governo do Paraná. Foi ministro da Justiça e Segurança Pública no governo Bolsonaro, de janeiro de 2019 a abril de 2020, e terá Edson Vasconcelos (PL) como candidato a vice-governador. Concorre pela coligação Fortaleza Paraná, formada por Podemos, PL e Novo. Declarou R$ 1.036.642,25 em bens à Justiça Eleitoral. A candidatura está aguardando julgamento.
Tayná Miessa (UP)
Tayná Miessa, de 31 anos, é produtora de espetáculos públicos e candidata da Unidade Popular (UP) ao governo do Paraná. Nunca ocupou cargo público eletivo e terá Willian Araki (UP) como candidato a vice-governador. O partido concorre sem coligação. Tayná declarou R$ 250 mil em bens à Justiça Eleitoral. A candidatura está aguardando julgamento.
Como é eleito e o que faz um governador
O governador é eleito por maioria de votos. Para vencer ainda no 1º turno, o candidato precisa de mais de 50% dos votos válidos, excluindo os brancos e nulos. Caso nenhum concorrente atinja essa marca, os dois mais votados disputam o 2º turno, e vence quem somar a maior quantidade de votos válidos.
Chefe do Poder Executivo, o governador é responsável por gerir os recursos e os serviços públicos do estado. Entre suas atribuições estão elaborar e executar o orçamento, administrar políticas de saúde, educação, segurança pública e infraestrutura, nomear secretários, sancionar ou vetar projetos de lei aprovados pelos deputados e representar o governo nas relações com a União e os municípios.
O 1º turno das eleições está marcado para o dia 4 de outubro. Nos casos em que a disputa ao governo local for para o 2º turno, a nova votação acontecerá em 25 de outubro. O eleito assume o mandato no início do próximo ano para um período de quatro anos à frente do Palácio Iguaçu.








