Sete candidatos vão disputar o governo do Rio Grande do Sul nas Eleições 2026. Os nomes foram escolhidos pelos partidos e federações durante as convenções realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto.
A lista considera as candidaturas apresentadas à Justiça Eleitoral e será atualizada em caso de substituição, renúncia ou mudança na situação dos registros. Seis das sete candidaturas já foram deferidas pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS). A de Cesar Pontes (PCO) segue aguardando julgamento.
Quem são os candidatos a governador no RS
Cesar Pontes (PCO)
Cesar Pontes, de 69 anos, é professor aposentado de história e foi oficializado pelo PCO como candidato ao governo do Rio Grande do Sul. Disputou a Prefeitura de Porto Alegre em 2024 e terá Tiago Nilo, do PCO, como candidato a vice-governador. Cesar concorre pelo PCO, sem coligação, e tem Tiago Nilo (PCO) como candidato a vice-governador. Não declarou bens à Justiça Eleitoral. A candidatura está aguardando julgamento. Já a situação do partido aparece no DivulgaCand como “indeferido em prazo recursal ou com recurso”.
Gabriel Souza (MDB)
Gabriel Souza, de 42 anos, é médico-veterinário e foi oficializado pelo MDB como candidato ao governo do Rio Grande do Sul. É vice-governador do Estado desde 2023, ex-presidente da Assembleia Legislativa e terá Ernani Polo, do PSD, como candidato a vice-governador. Gabriel integra a coligação Nosso Rio Grande Não Para, formada por MDB, PSD e Federação Renovação Solidária (PRD/Solidariedade), e tem Ernani Polo (PSD) como candidato a vice-governador. Declarou R$ 935.461,08 em bens à Justiça Eleitoral. A candidatura foi deferida.
Juliana Brizola (PDT)
Juliana Brizola, de 51 anos, é advogada e foi oficializada pelo PDT como candidata ao governo do Rio Grande do Sul. É ex-deputada estadual e terá Edegar Pretto, do PT, como candidato a vice-governador. Juliana integra a Coligação Com o Povo, formada por PDT, PSB, Avante, Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV) e Federação PSOL Rede (PSOL/Rede), e tem Edegar Pretto (PT) como candidato a vice-governador. Declarou R$ 376.137,78 em bens à Justiça Eleitoral. A candidatura foi deferida.
Marcelo Maranata (PSDB)
Marcelo Maranata, de 50 anos, é advogado, comerciante e foi oficializado pelo PSDB como candidato ao governo do Rio Grande do Sul. Renunciou à prefeitura de Guaíba neste ano para disputar o governo estadual e terá Cláudio Diaz, do PSDB, como candidato a vice-governador. Marcelo concorre pela Federação PSDB Cidadania e tem Claudio Diaz (PSDB) como candidato a vice-governador. A candidatura foi deferida. O candidato declarou patrimônio de R$ 249.805 à Justiça Eleitoral.
Priscila Voigt (UP)
Priscila Voigt, de 35 anos, é nutricionista e foi oficializada pela Unidade Popular (UP) como candidata ao governo do Rio Grande do Sul. É presidente do diretório gaúcho da UP e terá Naf Nascimento, da UP, como candidato a vice-governador. Priscila concorre pela UP, sem coligação, e tem Naf Nascimento (UP) como candidato a vice-governador. A candidatura foi deferida. A candidata declarou patrimônio de R$ 1 mil à Justiça Eleitoral.
Rejane de Oliveira (PSTU)
Rejane de Oliveira, de 65 anos, é professora aposentada da rede estadual e foi oficializada pelo PSTU como candidata ao governo do Rio Grande do Sul. É ex-presidente do Cpers e terá Adão Lima, do PSTU, como candidato a vice-governador. Rejane concorre pelo PSTU, sem coligação, e tem Adão Lima (PSTU) como candidato a vice-governador. Declarou R$ 498 mil em bens à Justiça Eleitoral. A candidatura foi deferida.
Zucco (PL)
Zucco, de 52 anos, é deputado federal, tenente-coronel da reserva do Exército e foi oficializado pelo PL como candidato ao governo do Rio Grande do Sul. É líder da bancada do PL na Câmara e terá Silvana Covatti, do PP, como candidata a vice-governadora. Zucco integra a coligação O Rio Grande Pode Mais, formada por Republicanos, Podemos, PL, DC, Novo e Federação União Progressista (União Brasil/PP), e tem Silvana Covatti (PP) como candidata a vice-governadora. Declarou R$ 709.304 em bens à Justiça Eleitoral. A candidatura foi deferida.
Como é eleito e o que faz um governador
O governador é eleito por maioria de votos. Para vencer ainda no 1º turno, o candidato precisa de mais de 50% dos votos válidos, excluindo os brancos e nulos. Caso nenhum concorrente atinja essa marca, os dois mais votados disputam o 2º turno, e vence quem somar a maior quantidade de votos válidos.
Chefe do Poder Executivo, o governador é responsável por gerir os recursos e os serviços públicos do estado. Entre suas atribuições estão elaborar e executar o orçamento, administrar políticas de saúde, educação, segurança pública e infraestrutura, nomear secretários, sancionar ou vetar projetos de lei aprovados pelos deputados e representar o governo nas relações com a União e os municípios.
O 1º turno das eleições está marcado para o dia 4 de outubro. Nos casos em que a disputa ao governo local for para o 2º turno, a nova votação acontecerá em 25 de outubro. O eleito assume o mandato no início do próximo ano para um período de quatro anos à frente do Palácio Piratini.







