Família que hostilizou Moraes no aeroporto em Roma faz pedido de retratação ao Supremo

Caso aceito, o pedido de retratação pode acabar com o processo penal contra os familiares

Compartilhe:
Alexandre de Moraes

Caso foi no ano passado, no Aeroporto de Roma, na Itália (Foto: Marcelo Camargo, Agência Brasil)

A família acusada de hostilizar o ministro Alexandre de Moraes em Roma protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF), por meio da defesa, uma manifestação que solicita uma retratação na Corte. As informações são da CNN Brasil.

Continua após a publicidade

Clique aqui para receber as notícias do NSC Total pelo Canal do WhatsApp

“Roberto Mantovani Filho, Andreia Munarão e Alex Zanata Binotto, denunciados, infra-assinados, nos autos do inquérito policial em epígrafe, comparecem, reverentemente, à presença de Vossa Excelência, a fim de, relativamente aos fatos ocorridos no Aeroporto de Roma, se retratarem com as vítimas”, consta o documento endereçado ao ministro Dias Toffoli, relator do inquérito no STF.

Continua após a publicidade

O documento é assinado pelo casal Roberto Mantovani e Andreia Munarão, além do genro deles, Alex Zanata.

Se aceito por Toffoli, o pedido de retratação pode fazer o processo penal contra o trio ser extinto.

Relembre o caso

O caso foi em julho do ano passado. Na ocasião, Alexandre de Moraes e a família foram hostilizados no Aeroporto de Roma, na Itália.

A família Mantovani xingou o ministro, e também o acusou de fraudar as eleições.

Continua após a publicidade

O trio foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), acusados de calúnia e injúria. Roberto Mantovani deve responder, ainda, por injúria real — com violência.

*Sob supervisão de Andréa da Luz

Continua após a publicidade

Leia também

PF encontra em pen drive de “kid preto” planejamento estratégico do golpe de Estado

Entenda como propostas de corte de gastos do governo tramitarão no Congresso até virar lei

Continua após a publicidade

Pacote de corte de gastos vai gerar economia de R$ 327 bilhões em cinco anos, estima governo