O motivo para STF manter as prisões de pai e primo de Vorcaro

As prisões preventivas foram decretadas pelo ministro André Mendonça, relator do caso, Luiz Fux e Kassio Nunes Marques votaram pela manutenção

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Henrique Vorcaro, Daniel Vorcano e primo da esquerda para a direita (Foto: Reprodução, Wikimedia Commons)

As prisões preventivas do pai e do primo de Daniel Vorcaro foram mantidas pela Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi tomada pelos ministros  André Mendonça, Luiz Fux e Kassio Nunes Marques na tarde desta terça-feira (16).

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Gilmar Mendes votou para que a prisão de Henrique Vorcaro, pai de Daniel, fosse substituída por prisão domiciliar com quatro medidas cautelares: uso de tornozeleira eletrônica; saída de casa somente para atendimento médico com autorização; proibição de manter contato com investigados e testemunhas; e proibição de se mudar sem prévia autorização judicial.

Já quanto, Felipe Vorcaro, primo do banqueiro, Gilmar teria pedido que a prisão preventiva fosse substituída por proibição de manter contato com os demais investigados e com testemunhas. Além da proibição de mudar de residência e a obrigatoriedade de comparecimento periódico em juízo.

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Desta forma, Gilmar Mendes devolveu para julgamento os processos sobre as prisões. A Segunda Turma referendou as decisões do ministro André Mendonça.

Relembre caso do Banco Master

Como foram as prisões

Felipe é apontado pela Polícia Federal como peça central do núcleo financeiro-operacional investigado e foi preso por decisão do Supremo no âmbito da “Operação Compliance Zero”.

Já Henrique Moura Vorcaro foi preso pela Polícia Federal no mês passado suspeito de integrar o chamado “núcleo violento” do grupo e de atuar como operador financeiro.