Bebê de um mês morre por dengue em Joinville

Com a nova confirmação, a cidade do Norte de SC passa a somar oito óbitos pela doença

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Bebê (Foto Banco de Imagens)

Bebê de 1 mês e 29 dias é a oitava vítima da dengue em Joinville e a 11ª em SC (Foto: Banco de Imagens)

Um bebê de pouco mais de um mês morreu em Joinville, vítima da dengue. A informação foi confirmada pela prefeitura nesta quinta-feira (29). Agora, a cidade soma oito óbitos causados pela doença e o Estado 11.

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De acordo com o governo municipal, a oitava vítima da dengue na cidade é um menino, de 1 mês e 29 dias, e sua família é moradora do bairro João Costa. A morte ocorreu no dia 21 de fevereiro em um hospital da rede pública.

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Conforme o painel da dengue em Joinville, o município já registrou 2.651 casos confirmados da doença. Entre os bairros com o maior número de pacientes está o Aventureiro (379), Saguaçu (349), Boa Vista (177), Iririú (164) e Costa e Silva (156).

Dengue em Santa Catarina

No último boletim divulgado pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), publicado em 26 de fevereiro, o Estado já soma 45.335 notificações de dengue em Santa Catarina. Desses, 25.254 foram considerados casos prováveis e 20.081 descartados. Na comparação com o mesmo período de 2023, observa-se um aumento de 554% no número de casos prováveis.

Ainda neste mês, o Governo de Santa Catarina publicou, na noite desta quinta-feira (22), o decreto que institui situação de emergência em todo o Estado.

O decreto 478 tem validade de 180 dias e reconhece o cenário de emergência de dengue a partir de quatro parâmetros: elevado número de municípios infestados pelo mosquito Aedes aegypti; elevado número de casos, quando comparado ao mesmo período de 2023; ocorrência de óbitos; e potencial risco de extrapolação dos serviços públicos de saúde.

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O texto também autoriza a Secretaria do Estado de Saúde (SES) e as prefeituras a instituir medidas complementares. Na manhã desta quinta (22), durante coletiva de imprensa, a secretária de Saúde Carmen Zanotto afirmou que o decreto possibilita que o governo peça mais recursos ao governo federal.

O valor deve ser investido na contratação de quadro de pessoal e na compra de novos leitos. A secretária ainda disse que, se for preciso, usará forças de segurança para entrar em casas e locais abandonados a fim de combater os focos do mosquito.

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