Eduardo Suplicy diz estar em remissão de câncer linfático, após quatro meses de tratamento

Suplicy anunciou em outubro que havia sido diagnosticado em julho com linfoma não Hodgkin

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Após quatro meses de tratamento Eduardo Suplicy diz estar em remissão de câncer linfático

Anúncio veio através das redes sociais do deputado (Foto: Instagram, Reprodução)

O deputado estadual Eduardo Suplicy (PT) anunciou, nesse sábado (16), que está em remissão do câncer linfático após quatro meses de tratamento. Suplicy, de 83 anos, fez o anúncio em suas redes sociais e afirmou que tem mantido isolamento parcial, pois sua imunidade segue baixa. As informações são do g1.

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“Depois de quatro meses de batalha, finalmente foi constatada a remissão do meu linfoma. Continuo o tratamento, ainda falta uma sessão de imunoterapia, e como minha imunidade está muito baixa, mantenho isolamento parcial”, escreveu em sua página oficial no Instagram.

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O que é Linfoma não Hodgkin, câncer do sistema linfático

Oncologistas afirmam que remissão é quando o câncer não é mais detectado em nenhum exame, enquanto a cura é quando a doença é totalmente erradicada. Só pode ser considerada cura após cinco anos sem sinal do câncer.

Suplicy agradeceu todo o apoio que tem recebido dos mais de 900 mil seguidores nas redes. E ainda comentou sobre suas propostas políticas.

“Mas, se antes tinha sonhos, agora eles só aumentaram! Não irei descansar enquanto não ver instituída a Renda Básica de Cidadania no Brasil e no mundo!”, escreveu o petista.

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Linfoma não Hodgkin

Eduardo Suplicy havia anunciado em outubro que recebeu o diagnóstico de linfoma não Hodgkin em julho. O linfoma é um tipo de câncer do sistema linfático que afeta as células de defesa do corpo, chamadas linfócitos. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), existem mais de 20 tipos diferentes de linfomas não Hodgkin.

Entre as opções de tratamento, estão a quimioterapia, a imunoterapia, a radioterapia e o transplante de medula óssea. Segundo informações da Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia (Abrale), as chances de cura são, em média, de 60% a 70%.

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