Hospital de Balneário Camboriú identifica bactéria que pode sobreviver por até 1 mês na UTI, isola pacientes e reforça protocolos de segurança

Casos estão sendo monitorados pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar

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Hospital Ruth Cardoso identificou casos de infecção por Acinetobacter na UTI Adulto (Foto: HRRC, Divulgação, Banco de Imagens)

A descoberta de uma bactéria na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Adulto do Hospital Regional Ruth Cardoso (HRRC), em Balneário Camboriú, colocou a equipe do hospital em alerta para reforçar os protocolos de prevenção e controle de infecções. A bactéria Acinetobacter foi identificada na última sexta-feira (26) e, segundo a unidade, a situação está controlada e segue sendo monitorada pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH)

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Por meio de nota, a gestão do complexo hospitalar afirmou que após a identificação, foram adotadas imediatamente medidas de prevenção e controle previstas nos protocolos. Os pacientes permanecem em isolamento de contato desde então, recebendo cuidados específicos durante os atendimentos para evitar a transmissão entre os internados.

De acordo com o diretor médico do HRRC, Dr. André D’Aquino, além do isolamento dos pacientes, a equipe reforçou a higienização das mãos e a limpeza de superfícies e equipamentos. Também foi adotada uma vigilância ativa dos demais pacientes para acompanhar a possibilidade de novos casos.

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“As medidas foram eficazes: a situação está controlada, sem novos casos e sem novas colonizações”, afirma o diretor.

Bactéria é considerada comum em hospitais, diz diretor

Segundo D’Aquino, o hospital segue com monitoramento contínuo dos pacientes e das medidas de prevenção. “O Acinetobacter é uma bactéria comum no ambiente. O hospital segue em monitoramento contínuo, com total transparência”, destaca.

Além disso, o Ruth Cardoso também reforçou que a bactéria não é transmitida pelo ar e, por isso, não oferece risco de transmissão a pacientes que estão em outros ambientes do hospital. Os protocolos de prevenção e controle seguem sendo acompanhados pelas equipes responsáveis.

Segundo o Manual MSD, este tipo de bactéria é onipresente e pode sobreviver em superfícies secas por até um mês. Comumente, a pele dos profissionais de saúde é o meio de transmissão, aumentando a probabilidade de pacientes serem colonizados e equipamentos médicos serem contaminados.

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Unidade passa por reforma

Situação segue sob monitoramento

Apesar de confirmar a presença da bactéria na UTI Adulto, o Hospital Ruth Cardoso não informou quantos pacientes foram afetados pelo episódio ou quantos permanecem em isolamento. Segundo a unidade, não foram registrados novos casos relacionados desde a adoção das medidas de controle.

Os pacientes seguem em isolamento de contato e são acompanhados pelas equipes responsáveis, enquanto o Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) mantém o monitoramento da situação.

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O hospital afirmou ainda que a assistência aos pacientes continua normalmente e que os protocolos de prevenção e controle de infecções são reforçados diariamente, com o objetivo de evitar a transmissão cruzada e garantir a segurança durante o atendimento.

Leia na íntegra o que diz o Hospital Ruth Cardoso

“O Hospital Regional Ruth Cardoso, em Balneário Camboriú, informa que a situação relacionada à identificação da bactéria Acinetobacter na UTI Adulto está controlada e segue sendo monitorada pelo Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH).

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As medidas de prevenção e controle previstas nos protocolos hospitalares foram adotadas imediatamente e, desde então, não foram identificados novos casos relacionados ao evento. Os pacientes permanecem em isolamento de contato, conforme os protocolos de segurança.

A bactéria não é transmitida pelo ar. As medidas adotadas fazem parte da rotina hospitalar para prevenção e controle de infecções, com acompanhamento contínuo das equipes.

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O Hospital Regional Ruth Cardoso mantém a assistência integral e segura, reforçando diariamente os protocolos de prevenção e controle de infecção.”