Adolescente baleado por amigo está “comunicativo” e sairá da UTI após internação em Chapecó

Menino de 14 anos tem quadro de saúde estável e será transferido para o Hospital Regional do Oeste nesta terça-feira (13); arma estava em local de fácil acesso

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Menino baleado por amigo em Chapecó está estável e comunicativo (Foto Reprodução)

O menino de 14 anos baleado pelo amigo em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, está estável, comunicativo e deixará a UTI para ser transferido a um quarto no Hospital Regional do Oeste nesta terça-feira (13). O quadro de saúde foi atualizada pela Secretaria de Estado de Saúde. O caso ocorreu no sábado (10) e o garoto que atirou, de 13 anos, foi internado provisoriamente. 

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A pistola usada no crime pertence ao pai do garoto que atirou e estava em local de fácil acesso. O homem não estava na casa no momento do disparo e foi autuado por omissão de cautela. Ele possui registro como colecionador, atirador desportivo e caçador.

Mãe de menino baleado por amigo acredita que disparo foi acidental

Marisa Menezes de Oliveira, mãe do adolescente atingido pelo disparo, acredita que o tiro contra o filho tenha acontecido por acidente. Ao g1, Marisa disse ter perdoado o garoto e manifestou preocupação com a internação provisória do jovem de 13 anos.

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“Quero ajudar o menino. Fiquei muito triste que ele foi recolhido. Dói muito isso. Tenho certeza de que foi um acidente”, afirmou Marisa.

A mulher também descreveu o estado de saúde do filho, que apresentava sinais de melhora.

Está abrindo os olhos e movimentando as mãos. Muito bom mesmo. Ele já me conheceu também. Estamos bem. Só aguardando o milagre de Deus me mandar para casa com meu filho.

Polícia investiga caso em Chapecó

De acordo com a Polícia Civil, o caso aconteceu após o adolescente de 13 anos ter se irritado com a bagunça na residência, pegado a arma e atingido o colega. No momento, as autoridades apuraram que o pai dele não estava em casa e ainda aguardam informações médicas para esclarecer se o projétil atingiu diretamente a vítima ou se ricocheteou antes de chegar ao adolescente.

A investigação também apura as circunstâncias em que a pistola ficou acessível aos meninos. O adolescente de 13 anos foi internado provisoriamente e é investigado por ato infracional análogo à tentativa de homicídio.

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A expressão é utilizada quando uma conduta atribuída a um adolescente corresponde, em tese, a um crime previsto na legislação penal, mas recebe tratamento jurídico específico por causa da idade do investigado.