Bancário sai de SP para visitar amigo em Florianópolis e desaparece após deixar hostel

Polícia busca a quebra de sigilo telefônico do celular de Vinícius Valente da Silva para entender o que aconteceu

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Vinícius Valente da Silva está desaparecido desde o dia 6 de agosto (Foto: Reprodução)

Vinícius Valente da Silva está desaparecido desde o dia 6 de agosto (Foto: Reprodução)

Vinícius Valente da Silva, de 30 anos, está desaparecido há uma semana em Florianópolis depois de ter sido visto pela última vez ao deixar o hostel que estava no bairro Lagoa da Conceição. Ele é bancário, natural de Guarujá, em São Paulo, e saiu do estado paulista dizendo aos familiares que visitaria um amigo na capital catarinense.

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De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela família, Vinícius saiu de São Paulo no dia 2 e se hospedou em Florianópolis no dia 5 de agosto, deixando o hostel às 17h do dia seguinte, mesmo pagando uma nova diária. Uma mochila foi a única coisa que levou.

Conforme o g1, o responsável pela hospedagem afirmou em depoimento que Vinícius estava aparentemente alterado quando saiu do hostel. O bancário voltaria para São Paulo no domingo (9), mas os familiares não tiveram mais notícias dele desde o dia 6.

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No boletim, a família afirma que consultou hospitais particulares e públicos para saber se ele deu entrada em alguma unidade de saúde, mas nenhum atendimento foi identificado. Além disso, o Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis também não registrou nenhuma entrada compatível com as características do bancário.

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Quebra de sigilo telefônico

O primo José Antônio Capozzi afirmou ao g1 que a família aguarda as autoridades quebrarem o sigilo telefônico de Vinícius.

“Fizemos boletim de ocorrência e estamos aguardando a polícia quebrar o sigilo telefônico. Ele trabalha em um banco renomado, é muito querido por todos e muito inteligente”, disse José.

A Polícia Militar afirmou que as chamadas telefônicas são direcionadas à caixa postal, “motivo pelo qual os amigos acreditam que o aparelho possa continuar em sua posse”.

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A Delegacia de Desaparecidos não retornou o contato até a publicação desta matéria.