Drogas enviadas pelo Correios para cidades de SC terminam com casal preso

Polícia flagrou casal enviando dois quilos de cocaína por meio do serviço de entrega

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Material apreendido (Foto: PCSC, Divulação)

Um casal foi preso em flagrante ao tentar enviar dois quilos de cocaína pelos Correios. Uma investigação apurou que os suspeitos enviavam drogas para várias cidades de Santa Catarina usando o serviço de entrega. A operação que prendeu o casal foi realizada na quarta-feira (4) em Joinville e Araquari.

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Veja fotos da operação após drogas serem enviadas por Correios em SC

As investigações apontavam que um casal estaria utilizando serviços dos Correios para enviar drogas para diversas cidades catarinenses. Durante o trabalho investigativo, os suspeitos passaram a ser monitorados pelas equipes policiais.

Durante a quarta-feira, então, os policiais realizaram monitoramento de uma entrega suspeita, sendo constatado o envio de aproximadamente dois quilos de cocaína, momento em que foi realizada a abordagem e prisão em flagrante do casal.

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Foram realizadas buscas em diversos imóveis, incluindo endereços no bairro Floresta, em Joinville, assim como na cidade de Araquari, além de diligências em agência dos Correios utilizada pelos investigados para despacho das encomendas ilegais.

Nas diligências, os policiais apreenderam aproximadamente 32 quilos de drogas, entre cocaína, maconha e MDMA (droga sintética), além de diversos insumos e materiais utilizados para o fracionamento e mistura da cocaína, substâncias utilizadas para aumentar o volume da droga e potencializar o lucro obtido com a venda do entorpecente.

Após a prisão, o casal foi conduzido à Central de Plantão Policial de Joinville, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante pelos crimes relacionados ao tráfico de drogas.

A operação policial contou com a Delegacia de Combate às Drogas (DECOD) de Itajaí, Delegacia de Homicídios do Departamento de Investigação Criminal (DIC) de Itajaí e da Delegacia de Repressão a Roubos da DIC de Joinville.

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Os Correios informaram por meio de nota que realizam ações rotineiras com órgãos de segurança e fiscalização para prevenir o tráfego de itens proibidos/ilícitos por meio do fluxo postal. Quando algum objeto com conteúdo desse tipo é detectado, a estatal aciona os órgãos competentes para investigação.

Muitas das operações de repressão começam após a fiscalização, por meio de raio-x, realizada pelos Correios, citou a companhia. A empresa tem priorizado investimentos em ações preventivas para fortalecer a integridade dos serviços postais, também destaca em nota.