Um golpe praticado por meio de um falso site de leilão na internet foi alvo de uma operação policial nesta segunda-feira (19). A investigação foi conduzida pela 6ª Delegacia de Polícia de Joinville e apurou que um grupo criminoso movimentou R$ 40 milhões em dois anos praticando o golpe.
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Quatro pessoas foram presas durante a operação em Santo André e São Paulo. O grupo criminoso é especializado em golpes praticados por meio de falsos sites de leilão.
Veja fotos dos foragidos mais procurados em SC
Gabriel Maurilio Ilha foi condenado há quase 83 anos de prisão por homicídios relacionados a disputas entre facções (Foto: Divulgação, Polícia Civil)Silvana Seidler foi condenada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver da própria filha (Foto: Divulgação, Polícia Civil)Os crimes de Gustavo Amarilla (roubo, furto e homicídio qualificados) foram cometidos na região de Lages (Foto: Divulgação, Polícia Civil)Daniel Mariano roubou, matou e integrou facção criminosa em Joinville (Foto: Divulgação, Polícia Civil)Manoel Messias de Jesus Santos possui dois mandados de prisão por conta de dois assassinatos na região de Joinville (Foto: Divulgação, Polícia Civil)Dario de Souza matou um homem em Vidal Ramos, no Alto Vale, com um tiro na cabeça. Foi em 1995 e ele deixou uma arma ao lado para simular suicídio (Foto: Divulgação, Polícia Civil)Jonny Roger Mafra, de Blumenau, procurado como de organização criminosa no litoral de Santa Catarina (Foto: Divulgação, Polícia Civil)Erick Gabriel Matos Dorigon, de Braço do Norte, procurado por tráfico de drogas (Foto: Divulgação, Polícia Civil)
Como agia o grupo criminoso especialista em falso leilão na internet
As investigações identificaram um esquema que utilizava páginas falsas na internet para simular plataformas legítimas de leilões. As vítimas efetuavam pagamentos acreditando que estavam comprando veículos e outros bens anunciados.
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O trabalho investigativo apurou que os suspeitos movimentaram aproximadamente R$ 40 milhões ao longo de dois anos. Segundo a Polícia Civil de SC, isso demonstra a dimensão financeira do esquema e a extensão das atividades ilegais.
Em comunicado à imprensa, a Polícia Civil catarinense reforçou a importância dos consumidores verificarem a autenticidade das plataformas de leilão, confirmando a procedência dos anúncios e desconfiando de ofertas com preços muito abaixo dos praticados no mercado. “Antes de realizar qualquer pagamento, recomenda-se consultar os canais oficiais do leiloeiro e verificar seu registro nos órgãos competentes.”