Grupo que começou a traficar em bairro de Palhoça e levou o crime para outras cidades de SC entra na mira do MP

Ação ocorreu nesta quinta-feira (6) pelo Gaeco e tem como foco a organização criminosa que atua em diferentes cidades da Grande Florianópolis

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Ação mira organização ligada ao tráfico de drogas e comércio ilegal de armas na Palhoça (Foto: Divulgação, MPSC)

Ação mira organização ligada ao tráfico de drogas e comércio ilegal de armas na Palhoça (Foto: Divulgação, MPSC)

Na manhã desta quinta-feira (6), o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) deflagrou a Operação “Caminho Sem Volta” contra uma organização criminosa que atua no bairro Caminho Novo, em Palhoça. Durante a operação, oito pessoas foram presas em flagrante por tráfico de drogas e uma pessoa por posse ilegal de arma de fogo. A ação ainda apreendeu dinheiro em espécie, maconha, skank, cocaína e crack, além de radiocomunicadores

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A ação tinha como alvo uma organização investigada por envolvimento com tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e outros delitos na Grande Florianópolis. Segundo as apurações, a atuação dos investigados não se limita ao município de Palhoça. Há indícios de ramificações e conexões em outras cidades da Grande Florianópolis.

Ao todo, são cumpridos 28 mandados de busca e apreensão nos municípios de Florianópolis, Palhoça, São José, Biguaçu, Itapema, Lages e Foz do Iguaçu (PR), além do sequestro de dois veículos pertencentes a investigados.  

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Veja fotos da operação

Operação Caminho Sem Volta 

O nome “Caminho Sem Volta” remete ao bairro Caminho Novo, principal foco das investigações, e simboliza a determinação das instituições em avançar de forma permanente no enfrentamento às facções criminosas. A denominação também transmite a mensagem de que o combate ao crime organizado não tem retrocesso: para o Estado, o enfrentamento às organizações criminosas é um compromisso contínuo e irreversível; para aqueles que optam por integrar e fortalecer essas estruturas, o caminho trilhado conduz à responsabilização perante a Justiça. 

A investigação tramita sob sigilo e, tão logo haja autorização para publicidade dos autos, novas informações poderão ser divulgadas.