Investigação revela o que evitou desvio de R$ 1 bilhão em empresa financeira de Joinville

Empresa alvo de grupo criminoso é de Joinville, mas mandados de busca e apreensão foram cumpridos em outros três estados

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Mandados foram cumpridos em três estados (Foto: Polícia Civil, Divulgação)

Um grupo criminoso tentou desviar até R$ 1 bilhão em empresa financeira de Joinville, cidade do Norte de SC. Os suspeitos tentaram cooptar funcionários para que eles participassem do esquema, mas os trabalhadores negaram a oferta criminosa e denunciaram o caso. O caso é investigado pela Polícia Civil de SC, que cumpriu mandados de busca e apreensão em três estados brasileiros.

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Nesta semana, a Polícia Civil cumpriu cinco mandados de busca e apreensão na Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro. Além disso, um dos alvos da operação, batizada de “Invasão Frustrada”, já havia sido preso na última quarta-feira (23) pela Polícia Civil de Sergipe após tentativa semelhante de cooptar um funcionário para conseguir invadir uma instituição bancária.

O que a investigação de SC descobriu após tentativa de desvio em empresa financeira de Joinville

A investigação foi iniciada para apurar a atuação de uma associação criminosa que, no mês de abril, tentou cooptar funcionários de uma instituição financeira localizada em Joinville. A proposta apresentada pelo grupo tinha como objetivo obter acesso à infraestrutura de tecnologia da informação (TI) da companhia. A ideia era viabilizar um desvio financeiro estimado em até R$ 1 bilhão, conforme relatado por um dos investigados.

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Segundo as investigações, o grupo empregava estratégias de engenharia social, além de planejar a instalação física de dispositivos destinados à interceptação de dados na rede interna da instituição e desenvolver malwares específicos para contornar sistemas de antivírus.

A fraude não aconteceu porque os funcionários da empresa se negaram a participar do esquema criminoso e denunciaram o caso, possibilitando o início das investigações e a adoção das medidas necessárias para impedir a execução do plano fraudulento.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil catarinense.