Joinville reduz taxa de assassinatos e se torna a segunda cidade mais segura do Brasil entre grandes municípios

Maior cidade de SC reduziu a taxa de 8 assassinatos a cada 100 mil habitantes para 5,4

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Joinville é a segunda cidade mais segura do país entre municípios com mais de 500 mil habitantes (Foto: Secom e Arquivo NSC)

Joinville, considerada a maior cidade de SC por ter uma população estimada em 673.980 pessoas, reduziu a taxa de assassinatos a cada 100 mil habitantes e se tornou a segunda cidade mais segura do Brasil entre grandes municípios. As informações são do Anuário 2026 Cidades Mais Seguras do Brasil, divulgado pela My Side e tem números referentes ao ano de 2025. 

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Conforme o relatório, Joinville teve uma taxa de 5,4 assassinatos a cada 100 mil habitantes em 2025. No ano anterior, foram 8. Com isso, o município subiu uma posição no ranking e se tornou a segunda cidade mais segura do país entre os municípios com mais de 500 mil habitantes, ficando atrás apenas de São José dos Campos (SP), que teve taxa de 4,7. 

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Outros municípios de SC são destaque

Outras cidades de SC aparecem em destaque no ranking. Já Blumenau está no “top 3” do ranking geral dos municípios mais seguros do país, com taxa de 2,4 assassinatos a cada 100 mil habitantes. Em seguida, está Jaraguá do Sul, com taxa de 2,5. As duas cidades catarinenses perdem apenas para São Caetano do Sul (SP) e Salto (SP).

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No “pódio” catarinense, aparecem Blumenau, em primeiro lugar, Jaraguá do Sul e Joinville na segunda e terceira posição, respectivamente. Inclusive, manteve a liderança entre os estados mais seguros do Brasil pelo terceiro ano consecutivo. 

Como é feito o ranking das cidades mais seguras do Brasil

O Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil, da My Side, utiliza a taxa de assassinatos por 100 mil habitantes como indicador central. O cálculo combina registros do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, tratados conforme a metodologia do estudo, e dados populacionais do IBGE. Os óbitos são agrupados pelo município de ocorrência do óbito. 

Para comparar cidades com populações diferentes, é necessário relacionar o número de mortes ao de habitantes. A taxa por 100 mil pessoas permite dimensionar a violência letal em relação ao tamanho da população. Essa forma de apresentação é amplamente utilizada em estudos sobre homicídios, inclusive pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), embora as definições e os métodos de cálculo possam variar entre instituições. 

O indicador avalia especificamente a violência letal, não abrangendo outras modalidades criminosas, como os crimes contra o patrimônio, ou a percepção de segurança da população.