Jovem se joga de carro em movimento durante tentativa de estupro em Camboriú

Mesmo com machucados pelo corpo, a mulher de 20 conseguiu pedir ajuda em Camboriú e acionar a PM

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Jovem teria solicitado motorista por aplicativo para ir até o Centro de Camboriú (Foto: Ricardo Wolffenbuttel, Secom)

Uma jovem de 20 anos viveu momentos de terror na noite desta segunda-feira (24), em Camboriú, depois de pedir uma viagem por aplicativo. No trajeto, segundo a Polícia Militar, a mulher notou que o motorista saiu da rota que ela havia solicitado e, em seguida, teria sofrido uma tentativa de estupro. Para fugir do homem, a passageira relata que pulou do carro ainda em movimento e foi até uma casa próxima de onde estava em busca de ajuda.

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O suspeito não foi encontrado pela polícia.

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Era por volta das 22h quando a mulher acionou o motorista por aplicativo para ir até o Centro de Camboriú, ainda conforme nota enviada pela polícia. O homem de aproximadamente 30 anos dirigia um veículo Citroën C3, segundo a Polícia Militar, e mudou o trajeto durante a viagem. Ao questionar sobre o desvio, a jovem teria sido ameaçada por um objeto semelhante a uma arma de fogo.

O motorista levou ela para o fim da Rua Amaro Pereira Rocha, no bairro Rio do Meio, perto de uma região de mata, e ordenou que a passageira mostrasse a ele as partes íntimas. Ainda segundo a vítima, o homem teria chegado a tocá-la, momento em que a mulher teria pulado do carro em movimento para fugir da tentativa de estupro.

Mesmo com machucados pelo corpo, ela conseguiu pedir socorro em uma casa, onde acionou a PM. Já o motorista fugiu do local. Até a publicação deste texto, ele não havia sido encontrado. A Polícia Civil instaurou um inquérito e a investigação segue em andamento.

Ainda conforme o artigo 213 da Lei nº 2.848 de 7 de dezembro de 1940, do Código Penal, constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso é crime. A pena pode variar de seis a 10 anos de prisão.

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*Sob supervisão de Augusto Ittner

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