Morador de SC é alvo do Gaeco pela terceira vez por armazenar material de abuso sexual infantil

Morador de Camboriú, que já foi preso duas vezes por crimes da mesma natureza, foi alvo de investigação nessa quarta-feira (22)

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Operação Hat-trick atua no combate do abuso sexual infantil em ambientes virtuais (Foto: MPSC, Divulgação)

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), por meio do CyberGAECO, iniciou na manhã dessa quarta-feira (22) a Operação Hat-Trick. A ação tem como alvo um homem que, pela terceira vez, é investigado por suspeita de armazenar material de abuso sexual infantojuvenil na internet. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido.

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De acordo com o GAECO, nas duas primeiras ações, que foram conduzidas pela Polícia Civil e pelo CyberGAECO, o suspeito foi preso em flagrante por crimes da mesma natureza. Agora, a 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Camboriú conduz a investigação e apura a suposta posse e armazenamento de imagens e vídeos contendo cenas de abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes, conduta tipificada como crime no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Durante a operação dessa quarta-feira, os agentes recolheram diversos materiais na residência do suspeito, que serão submetidos à análise pericial e devem auxiliar no andamento das investigações.

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Segundo o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), iniciativas como essa fazem parte das ações permanentes de combate aos crimes cibernéticos praticados contra crianças e adolescentes e têm como objetivo identificar os responsáveis e interromper a circulação desse tipo de conteúdo.

Homem em Camboriú foi alvo de investigação pela terceira vez

Segundo o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), o nome da operação faz referência ao termo “hat-trick”, utilizado no futebol quando um mesmo jogador marca três gols durante uma só partida. A escolha faz alusão ao fato do suspeito estar sendo alvo, pela terceira vez, de investigações relacionadas à posse de material de abuso sexual infantojuvenil.

As primeiras operações, que foram conduzidas pela Polícia Civil e pelo CyberGAECO, terminaram com a prisão em flagrante do homem. O MP informou ainda que o inquérito corre em sigilo e que novas informações podem ser divulgadas somente quando houver a publicidade dos autos.