Motorista usava celular e não desligou ônibus antes de atropelar gerente em SC, aponta investigação

Mariane de Fátima Hilko, de 33 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu no local

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Motorista usava celular e não desligou ônibus antes de atropelar gerente em SC, aponta investigação

Ônibus invadiu restaurante às margens da BR-116 (Foto: CBMSC e Redes Sociais)

O motorista do ônibus que invadiu um restaurante e matou uma gerente em Papanduva, no Planalto Norte de Santa Catarina, foi indiciado por homicídio culposo. O acidente aconteceu em 5 de agosto deste ano. A investigação apontou que o homem usava o celular no momento da batida e não teria desligado o veículo ao levantar do assento. 

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Mariane de Fátima Hilko, de 33 anos, trabalhava no estabelecimento localizado às margens do Km 58 da BR-116. Segundo a apuração policial, a vítima foi até o ônibus para resolver uma pendência comercial envolvendo passageiros estrangeiros. Ao retornar caminhando pela parte frontal do coletivo, o veículo avançou repentinamente e a prensou contra a mureta de proteção.

Veja fotos do acidente que matou gerente de restaurante em SC

Investigação apontou falhas do motorista antes do acidente

Ao longo das últimas semanas, diligências policiais e periciais reconstituíram os acontecimentos que resultaram na colisão e atropelamento de Mariane.

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As apurações técnicas, apoiadas em imagens das câmeras internas e relatório de telemetria, comprovaram que o motorista utilizava telefone celular, levantou-se do assento sem desligar o veículo ou alterar a marcha e retirou a pressão do freio, “agindo com negligência em local com circulação de pedestres”, segundo a Polícia Civil.

Diante dos fatos, o motorista de 65 anos acabou indiciado pelo crime de homicídio culposo, quando não há intenção de matar, na direção de veículo qualificado pela atividade de transporte de passageiros.

*Sob supervisão de Leandro Ferreira