Rede ligada ao PGC tem seis prisões decretadas e motiva buscas policiais em quatro cidades de SC

Segundo a investigação, que está em andamento, os investigados estariam envolvidos com organização criminosa, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e outros crimes considerados graves

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Operação do Gaeco foi deflagrada em cidades do Oeste de SC (Foto: MPSC, Divulgação)

Operação do Gaeco foi deflagrada em cidades do Oeste de SC (Foto: MPSC, Divulgação)

A segunda fase da Operação Istós foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (5) em quatro cidades do Oeste catarinense pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), e a Polícia Civil de Santa Catarina. O objetivo é agir contra uma organização criminosa ligada ao Primeiro Grupo Catarinense (PGC) que atua dentro e fora de presídios.

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Ao todo, são 11 mandados de busca e apreensão cumpridos nas cidades de Chapecó, Joaçaba, Capinzal e Xaxim, além de outros seis mandados de prisão. A Polícia Militar auxilia as equipes também, já que alguns mandados são cumpridos dentro do sistema prisional.

A operação também faz parte da investigação relacionada à 4ª fase da Operação Sodalitas Finis. A estrutura foi identificada depois que elementos colhidos em outras investigações foram analisados tanto pelo MP quanto pela Polícia Civil.

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Os investigados estariam envolvidos com organização criminosa, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e outros crimes graves.

Agora, os materiais apreendidos serão periciados pela Polícia Científica. O processo tramita sob sigilo.

Primeira fase da operação

A primeira fase da Operação Istós aconteceu em 18 de agosto deste ano, quando foram cumpridas 39 ordens judiciais. Dessas, 19 eram mandados de prisão e 20 mandados de busca e apreensão nas cidades de Chapecó, Xanxerê e Caxambu do Sul. 

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