Os integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) alvos de uma operação com cumprimento de mandados de busca e apreensão em Florianópolis nesta quarta-feira (12) mantiveram uma profissional liberal em cativeiro após atraí-la sob um falso pretexto. O crime aconteceu em São Paulo, na Baixada Santista, e a operação foi deflagrada Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo.
Como um dos mandados foi cumprido em Florianópolis, a operação, batizada de “Patrocínio Fiel”, também contou com apoio do Gaeco do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). Segundo o órgão, a profissional sofreu ameaças e constrangimentos para adotar medidas relacionadas a uma disputa empresarial e judicial enquanto estava em cativeiro.
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Depois de ter sido liberada, a vítima continuou sendo alvo de intimidações e ameaças. O MPSC não confirmou se a vítima é um homem ou mulher. Inicialmente, o g1 SP apontou que tratava-se de um advogado.
As investigações também identificaram indícios de tráfico de drogas e do uso de estruturas vinculadas à organização para o armazenamento, preparo e comercialização de entorpecentes.
Ao todo, 19 mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos, sendo um em Florianópolis e outros seis em Guarujá, São Vicente, Praia Grande e Cubatão, na Baixada Santista, em São Paulo, para reunir provas, identificar os envolvidos e aprofundar as investigações.
A investigação segue em andamento sob sigilo.



