Tássio Maia dos Santos, de 41 anos, ex-jogador do Botafogo e do Figueirense, morreu após ser atingido por um muro em Santa Teresa, na região Central do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira (29) durante uma tempestade com rajadas de mais de 100 km/h. O desabamento também atingiu um carro e matou mais uma pessoa.
A segunda vítima ainda não foi identificada. Nas redes sociais, o Botafogo divulgou uma nota de pesar lamentando a morte do ex-jogador, que fez parte da equipe em 2015.
“Com imenso pesar, o Botafogo lamenta o falecimento do ex-atleta Tássio Maia dos Santos, que vestiu a nossa camisa no ano de 2015, aos 41 anos. Tássio foi vítima do desabamento de um muro durante a forte ventania que atingiu o Rio de Janeiro, nesta quarta-feira. Neste momento de dor, o Clube presta solidariedade aos familiares, amigos e a todos os que conviveram com Tássio. Descanse em paz”, diz a nota.
Quem era o jogador?
O ex-atacante Tássio Maia dos Santos se aposentou após uma carreira que o levou a participar de 27 clubes. Fora dos campos desde 2019, Tássio acumulou passagens por equipes como Botafogo, Mirassol, Figueirense, Volta Redonda e Bragantino, além do CSKA Sofia, no futebol búlgaro, segundo o g1.
Fora do esporte, o jogador se dedicava à gestão de uma casa de festas em Santa Teresa.
Ventos de mais de 100 km/h atingiram o Rio de Janeiro
O Rio de Janeiro e cidades da Região Metropolitana foram atingidas por fortes rajadas de vento, de mais de 100 km/h, após a chegada de uma frente fria nesta quarta-feira (29). Em Angra dos Reis, um pescador desapareceu, segundo o g1.
Nesta quarta-feira (29), os ventos chegaram a 105 km/h na base do Galeão. Segundo informações do g1, todas as regiões do Rio e até da Baixada tiveram relato de falta de energia. As regiões mais afetadas foram a Zona Sul, Centro e Tijuca.
Com a queda de energia, sinais de trânsito ficaram inoperantes, causando problemas no trânsito na volta para a casa. A Defesa Civil e os bombeiros tiveram 30 ocorrências de cortes de árvores, 26 salvamentos de pessoas e quatro desabamentos.
Além disso, quedas de árvores em vários lugares do Grande Rio foram registradas. O Aeroporto Santos Dumont fechou para pousos e decolagens e a Ponte Rio-Niterói operou com “operação comboio”, abrindo e fechando de acordo com as rajadas e com equipes da concessionária conduzindo os motoristas.




