Quem planeja decolar de Santa Catarina nos próximos meses deve acompanhar de perto as cotações de passagens. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou o reajuste das tarifas do Aeroporto Internacional de Brasília, conforme publicado nesta sexta-feira (24) no Diário Oficial da União. A mudança atinge serviços essenciais do terminal, mas os novos valores só poderão ser cobrados efetivamente após um prazo regulamentar de 30 dias de divulgação pela concessionária.
O que muda no bolso do passageiro catarinense?
É preciso diferenciar como cada tarifa afeta quem voa a partir de aeroportos como Florianópolis, Navegantes, Joinville ou Chapecó:
- Taxa de embarque doméstico: subiu de R$ 32,87 para R$ 34,55. É cobrada direto do consumidor.
- Taxa de embarque internacional: passou de R$ 71,12 para R$ 74,78.
- Taxa de conexão: fixada em R$ 15,92 para voos nacionais e internacionais. É um custo pago pelas companhias à concessionária Inframerica. Como Brasília funciona como o principal hub para o catarinense ir ao Nordeste e Norte, o repasse desse encargo na passagem pode ocorrer a critério das aéreas.
Reajuste imediato e bilhetes já emitidos
Assim como ocorre nos demais contratos de concessão do setor, a portaria da Anac apenas aprova os novos limites máximos para o terminal, exigindo que a concessionária cumpra um intervalo de carência de 30 dias após a publicação para iniciar a cobrança efetiva nas novas passagens. Dessa forma, os bilhetes emitidos até ontem e os comprados ao longo deste período de divulgação permanecem imunes ao reajuste, garantindo que o passageiro com viagem marcada não pague nenhuma taxa extra.
*Sob supervisão de Nicoly Souza




