Coronavírus em SC: saiba quais são as orientações para trabalhadores de indústrias

Uso de máscaras, distanciamento e medição de temperatura estão entre as determinações

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Uso correto de equipamentos de proteção individual é uma das preocupações (Foto: Ricardo Wolffenbuttel / Arquivo / Secom)

Medição de temperatura, distanciamento mínimo, uso de máscara e troca de roupa estão entre as medidas determinadas pelo governo do Estado para trabalhadores de indústrias, fábricas e empresas de grande porte em Santa Catarina.

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A Secretaria de Estado da Saúde elaborou uma nota técnica com uma série de ações de proteção aos trabalhadores. As medidas, determinadas pela Diretoria Estadual de Vigilância Sanitária e Superintendência de Vigilância em Saúde, irão reforçar a prevenção contra o risco de infecção pelo coronavírus

CBN Diário · Medidas para prevenção na indústria 04/06/20

A nota técnica 34/2020 prevê aferição de temperatura dos trabalhadores na entrada e na saída, capacitação para o uso dos equipamentos de protenção individual (EPIs) apropriados e a exigência de utilização de máscaras durante todo o período de permanência na empresa. Cada trabalhador deve ficar, no mínimo, a 1 metro e meio de raio do outro. Se não houver como atender a essa distância, as empresas devem instalar barreiras físicas nas estações de trabalho. A nota técnica ainda recomenda que os trabalhadores não retornem à casa com as roupas de trabalho.

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Se houver casos suspeitos ou confirmados, as empresas devem notificar a Vigilância Epidemiológica Municipal, além de afastar todos os trabalhadores confirmados para a infecção, bem como as pessoas que tiveram contato com o profissional.  

O trabalhador somente retornará às atividades mediante atestado médico, da rede privada ou pública, que comprove sua aptidão para o trabalho. Fica ainda sob responsabilidade da empresa providenciar a realização de testes aos trabalhadores que forem classificados como casos suspeitos.

– É um trabalho muito importante para preservar a atividade econômica e ao mesmo tempo manter o achatamento da curva – diz a superintendente de Vigilância em Saúde da SES, Raquel Bittencourt.