Novo projeto de investimento do governo Moisés se baseia em pensadores econômicos

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Secretário da Fazenda, Paulo Eli, ao lado da secretária-adjunta, Michele Roncalio; Eli se inspira em autores e modelos econômicos para novo plano do Estado (Foto: Ricardo Wolffenbuttel/ Secom)

O lançamento do Plano 1000, na última semana, em Florianópolis, expôs a inspiração do secretário da Fazenda, Paulo Eli, para o projeto de desenvolvimento baseado na infraestrutura para os próximos anos. O próprio secretário trouxa à tona as referências bibliográficas usadas por ele, apontado internamente como o mentor da atual linha de trabalho do governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva.

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Eli segue as teorias de três pensadores considerados referências na área da economia e da psicologia: Carls Gustavo Jung, John Maynard Keynes e Joseph Schumpeter. Jung é um psiquiatra que desenvolveu a teoria da psicologia analítica. O autor é usado por Eli para tratar da necessidade de um olhar para as pessoas mais pobres e fazer o Estado “estender a mão” para quem tem baixa renda.

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Já Schumpeter é um economista e cientista político austríaco conhecido por teorias da inovação, enquanto Keynes é famoso por seu modelo keynisiano. Nele, o Estado deve intervir na economia quando necessário para evitar a retração e também garantir o pleno emprego.

Com base nesses preceitos é que o secretário da Fazenda defende o plano completo de desenvolvimento do governo Moisés que será divulgado nos próximos dias. O programa é chamado de “Nova Santa Catarina”. Dentro estão projetos como o Plano 1000 para investimentos em infraestrutura nos municípios com maior população no Estado.

Além disso, devem fazer parte do programa as ações voltadas para a área social pensando nas pessoas de baixa renda. Como a coluna escreveu recentemente, os pilares da estratégia do atual governo para investimentos são baseados em dois pontos: infraestrutura e apoio social.

Na visão de Eli, a aplicação de dinheiro em obras fortalece a implantação de empresas e gera emprego e renda. Ao mesmo tempo, as pessoas que passam por dificuldades precisam de apoio do Estado. E isso deixa claro que o secretário segue o que sugerem os escritores que estão sobre a sua mesa de trabalho no Centro Administrativo.

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