Em manifestação ainda na noite de quarta-feira, a prefeitura de Joinville alertou o governo do Estado sobre “possível falha” no novo decreto de restrições, em vigor a partir desta quinta-feira. A abordagem, que também teria sido feita por outros municípios, foi referente à lotação dos ônibus. A medida está sendo cumprida, mas a prefeitura de Joinville acredita em revisão pelo Estado – o que, até o final da manhã desta quinta, não ocorreu. Houve transtornos no transporte coletivo na manhã desta quinta em Joinville.
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Em Joinville, a lotação máxima dos ônibus era de 70% da capacidade dos veículos. Esse era o limite para cidades em situação “gravíssima” na matriz de risco para a pandemia, caso de Joinville. Com o decreto estadual de quarta-feira, a partir desta quinta, o limite foi reduzido para 50%, independentemente do nível de risco. A medida é válida por 15 dias.
No entanto, houve uma mudança importante: os 70% anteriores eram para a capacidade nominal, incluindo passageiros sentados e em pé. O novo decreto deixou para 50%, mas só levando em conta quem está sendo transportado sentado. A limitação causou atrasos em Joinville, por causa do número insuficiente de veículos – não há motoristas para atender a toda a demanda extra, ainda que mais ônibus tenham sido colocados em circulação. Para a prefeitura, a restrição “inviabiliza” a fluidez do serviço, por isso a cobrança pela revisão do decreto estadual.
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