Com vacina russa barrada pela Anvisa, prefeitos voltam os olhos para os chineses

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Vacinas contra a Covid-19 (Foto: Ricardo Wolffenbüttel/ SECOM)

Os prefeitos brasileiros membros do consórcio Conectar avançam em uma nova frente na tentativa por mais vacinas contra a Covid-19 para o país. O grupo se reunirá com o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, para ampliar a interlocução por imunizantes de fabricantes como a Sinopharm e a Sinovac. No começo desta semana, o consórcio teve um revés nos seus planos com a rejeição da Anvisa sobre a vacina russa Sputnik V, que venderia 30 milhões de doses aos municípios.

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No caso da negociação com os chineses, as conversas já vinham ocorrendo através de ofícios. A ideia agora é avançar a discussão diretamente com um representante do governo local. A Sinovac, que é uma das fabricantes-alvo dos prefeitos, desenvolve a Coronavac em parceria com o Instituto Butantan.

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Entretanto, segundo o prefeito de Florianópolis e presidente do Conectar, Gean Loureiro, o contrato da empresa com o Ministério da Saúde termina em agosto. Depois disso seria possível outras parcerias.

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No começo de abril, Wamming afirmou ao governo brasileiro que a China poderia enviar 30 milhões de doses da Sinopharm até junho. Com isso, abrem-se novas possibilidades de aumentar a disponibilidade de imunizantes ao Brasil.

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Outra frente que pode ser ampliada nos próximos dias é com os Estados Unidos. Os americanos sinalizam para a intenção de distribuir vacinas diante do avanço da imunização, que já está em faixas etárias dos mais jovens.

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