Dos cortes anunciados pelo governador Eduardo Moreira quarta-feira, um que pode ter impacto negativo é a pasta de Articulação Internacional. Isso porque é fundamental ampliar a internacionalização da economia catarinense e brasileira para gerar mais riqueza. Basta ver que hoje cerca de 80% do PIB da Alemanha, um dos países com economia mais rica e sólida, vem de negócios com o exterior. No Brasil, é menos de 20%.
Além disso, o secretário Carlis Adauto Virmond vinha fazendo um excelente trabalho, com forte foco na economia, sem esquecer outros pilares como a educação e a cultura. Para o presidente da Fiesc, Glauco José Corte, sem a secretaria, essa função deve ser desempenhada por um executivo, um cargo específico de diretoria ou outra solução. O industrial afirma que o trabalho feito por Virmond projetava o Estado no país e exterior, o que é necessário.
Usinas solares nas indústrias
Acontece na manhã de hoje, na reunião da diretoria da Fiesc o lançamento da segunda etapa do programa de investimentos em energia fotovoltaica numa parceria da Engie Solar, Celesc e WEG.
O primeiro foi para financiar usinas solares para empregados de indústrias. Agora, será para grandes e médias empresas do setor. O BRDE vai financiar os projetos e o custo será bem atrativo, antecipou uma fonte para a coluna.
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