Florianópolis
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Estela Benetti

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Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

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Com teto de gastos, vai ser "desesperador", diz secretário

Por Estela Benetti

23/04/2018 - 07h00

Entre as reformas aprovadas pelo Congresso Nacional, uma das que vão impactar mais o setor público é a do teto de gastos. Ela determina que a partir do ano que vem União, Estados, municípios e Ministério Público não poderão elevar gastos acima da inflação oficial do ano anterior. Como a economia não retomou ritmo forte de crescimento e por isso a arrecadação não subiu o necessário, a lei do teto está tirando o sono dos gestores públicos porque dificilmente alguém poderá dar reajuste salarial ano que vem. Questionado pela coluna sobre efeitos dessa lei, o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, sinalizou que a situação será crítica.  — No ano que vem vai ser desesperador porque a despesa com a folha de pagamento cresceu muito — afirma Eli.  O governador Eduardo Moreira disse que essas mudanças foram incluídas na proposta da LDO, a Lei de Diretrizes Orçamentárias encaminhada à Assembleia semana passada. Nela, o governo diz que a economia vem melhorando, mas não prevê reajustes salariais ao funcionalismo nem a adoção de medidas que elevem os gastos públicos. Argumentou que isso é necessário para cumprir o acordo de renegociação das dívidas de SC com a União, firmado em 2016.  — Na LDO existem mudanças radicais que terão que ser discutidas entre todos os poderes. Não só com o executivo. A LDO traz mudanças que vão permitir que em 2019 o próximo governador cuide bem de SC, mas vai ter que passar por uma discussão terrível na Assembleia Legislativa, em que eu quero ver a coragem dos nossos parlamentares — alerta Moreira.  A propósito, o governo federal está com o mesmo problema. Informou sexta que vai pedir ao Congresso aprovar a postergação dos reajustes dos servidores federais de 2019 para 2020 para que a máquina pública não pare no ano que vem em função do teto de gastos. E a Câmara de Vereadores de Florianópolis aprovou o projeto Creche e Saúde Já, sábado, mesmo num clima de guerra porque o município, a exemplo do Estado, atingiu o limite de gasto com pessoal exigido pela Lei de Responsabilidade Fiscal. A lei do teto é para os próximos 20 anos e visa fazer o setor público gastar dentro do seu orçamento.  Após três décadas Vale lembrar que a lei do teto foi aprovada porque os gastos públicos estão subindo de 5% a 6% ao ano acima da inflação (aumento real) desde a Constituição de 1988. E o setor privado não tem mais como pagar uma carga tributária maior do que os 35% do PIB atuais, mais o déficit que, no final, resulta na transferência de mais de 40% do PIB ao setor público. O bom do teto é que mais serviços serão feitos pela iniciativa privada.  Tiro no pé  A situação não seria tão difícil se a reforma da Previdência tivesse sido aprovada. Quem barrou foram principalmente os políticos e os servidores públicos, o que significou um tiro no próprio pé. É que o investidor só tira projetos da gaveta se vê contas públicas equilibradas no longo prazo. Sem isso, o país entrará em crise e eles não vão vender, por isso não investem. É a reforma da Previdência que vai viabilizar esse menor custo no longo prazo. Leia também O que impulsiona a economia, segundo o presidente do Bradesco

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Charles Guerra, Dário Catarinense

Conselho busca integração do transporte público na Grande Florianópolis

Por Estela Benetti

21/04/2018 - 12h36

Lideranças do Conselho Metropolitano para o Desenvolvimento da Grande Florianópolis (COMDES) se reuniram com Cássio Taniguchi, superintendente geral da Suderf, a Superintendência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Florianópolis, para definir a retomada de conversas com o governo do Estado e parlamentares. O objetivo é a aprovação, na Assembleia Legislativa, do projeto da Rede Integrada de Transporte Coletivo Metropolitano que visa beneficiar cerca de 150 mil pessoas que usam o transporte público na região que inclui os municípios de Águas Mornas, Antônio Carlos, Biguaçu, Governador Celso Ramos, Palhoça, São José, São Pedro de Alcântara, Santo Amaro da Imperatriz e Florianópolis.    Leia também: Prova Real checou informações da Prefeitura da Capital sobre o projeto que cria as organizações sociais​ ​Prova Real conferiu o que foi dito pelo Sintrasem sobre o projeto Creche e Saúde Já​   O projeto visa oferecer transporte público eficaz, no qual o passageiro da região usa um sistema único para deslocamento, o que vai reduzir o excessivo fluxo de carros na entrada e saída de Florianópolis. O projeto já foi discutido com a população ano passado. Agora, segundo Taniguchi, há urgência para a concessão da rede integrada de transporte coletivo para não perder as parcerias municipais. Na opinião do coordenador do Comdes, Ernesto Caponi, é urgente a necessidade de adoção da integração. Quando ela entrar em vigor vai impactar positivamente a economia das regiões e reduzir o tempo de deslocamento.   Leia outras publicações de Estela Benetti

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Novo presidente da Casan: “O desafio é manter a capacidade de investimento"

Por Estela Benetti

21/04/2018 - 04h00

O advogado manezinho Adriano Zanotto, 51 anos, assumiu a presidência da Casan no último dia 6 com foco na continuidade de investimentos para ampliar a oferta de água e esgoto tratado, visando antecipar o prazo para atendimento de 100% da população. Antes, atuou em outras funções públicas, entre as quais a de Procurador Geral do Estado, diretor da SCPar e presidente do Instituto de Previdência do Estado (Iprev). Respeitado no mundo do Direito, Zanotto é casado, pai de duas filhas, gosta de praticar esportes e de escrever poesias. Há poucos dias na Casan, já tem domínio dos números e das prioridades.  Quais são os principais desafios da sua gestão à frente da Casan? Nosso principal desafio é manter a empresa nesse grau de reconhecimento da sociedade pela sua eficiência. Isso se deve à grande capacidade de investimentos nos últimos anos, o que tem feito com que a empresa alcançasse níveis de excelência, tanto na distribuição de água à população, como também no tratamento de esgoto. O grande desafio é manter a capacidade de investimento, fazendo uma gestão com muita responsabilidade fiscal, de maneira que a gente possa atender os cidadãos.    Leia também: SC abre 1,9 mil postos de trabalhos em março, diz Caged   Quanto a Casan está investindo e quais novos projetos está elaborando? A empresa tem até 2019 para concluir, com algumas obras já iniciadas e outras em licitação, investimentos da ordem de R$ 2,2 bilhões. R$ 1,6 bilhão em tratamento de esgoto e o restante, mais de R$ 600 milhões, em novas captações e tratamento de água. São valores significativos, mas a previsão é de que a maioria das obras estejam prontas no final do ano que vem.     Quais são as principais regiões beneficiadas? A Casan, por ser uma empresa estadual, atende todos os municípios, mas os que têm uma demanda maior como é o caso de Florianópolis, recebem mais investimentos. Mas a região Oeste tem sido tratada com atenção, tanto na captação de água, quanto esgoto. Em breve vamos lançar editar para obra de captação até o Rio Chapecozinho e resolverá o problema de falta de água para a região de Chapecó. Por toda Santa Catarina a Casan tem realizado obras. Em Concórdia, estamos investindo R$ 40 milhões em esgoto. Em Florianópolis, resolvemos a falta de água e até o final do ano que vem vamos chegar a mais de 70% de esgoto tratado. Faltando pouco para 100%. Hoje, SC está 13° posição nacional em tratamento de esgoto, com 28,5% de cobertura. Até o final do ano que vem, vamos chegar em 49% de cobertura e em 5º lugar no país, possivelmente. Há obra de porte para ser lançada em breve? Acabamos de receber resposta da Jica (instituição financiadora japonesa) de que no início de maio podemos abrir o envelope para selecionar a empresa que vai tocar a obra que é a ampliação da estação de tratamento de esgoto da Capital (perto do Centrosul). É um investimento de mais de R$ 100 milhões que vai duplicar a capacidade de tratamento de esgoto em Florianópolis. Logo vamos dar a ordem de serviço para a obra.  Vocês estão buscando mais recursos para seguir investindo após 2019? A empresa tem um cronograma de projetos com muitos municípios para água e esgoto para que possamos chegar na universalização mais cedo do que a previsão atual, que é 100% de esgoto em 2040. Ao final do ano que vem, quando essas obras estiverem concluídas, vamos aumentar muito nossa receita em função dos investimentos atuais e estão em tratativas novos financiamentos para que continuemos investindo. O grande desafio nosso e encurtar o prazo para atingir a universalização de esgoto. Isso tem tudo a ver com saúde pública e preservação ambiental. Temos um programa que incentiva fazer as ligações na rede de esgoto, o que é muito importante para o meio ambiente.  As pessoas têm rede de esgoto nas suas regiões e não fazem a ligação? Isso ocorre. Um exemplo são residências na região do rio Papapaquara, no Norte da Ilha de SC. Falta consciência sobre a importância disso. Essas pessoas já estão pagando mensalmente o serviço de esgoto, só precisam fazer a ligação.  O tratamento de esgoto é desenvolvimento porque protege a saúde das crianças, mais em comunidades carentes. Como são definidos os investimentos de esgoto nesses bairros? Como somos concessão de municípios, as prefeituras definem onde investir. A maioria das obras em andamento, são 45 obras em 32 municípios, contempla bairros onde vivem pessoas de menor renda. Nós temos interesse em atender todos, temos tarifa social para quem tem mais dificuldade. Chapecó vai lançar um projeto desses. Um exemplo é o Maciço do Morro da Cruz, na Capital, que ganhou sistema de água e esgoto na gestão do prefeito Dário Berger.    A empresa tem foco estadual, mas vários municípios saíram, criaram companhia de águas própria, e alguns voltaram. Quais são as vantagens de integrar a Casan? A grande vantagem de continuar com a Casan é pela nossa capacidade de investimento e  objetivo de universalização. O grande acionista da empresa é o governo do Estado e o cidadão catarinense. O objetivo é o melhor atendimento possível. A nossa capacidade de investimento não é comparada a nenhuma outra empresa em SC. Isso está demonstrado pelos investimentos que estamos fazendo. Entre os municípios que saíram e voltaram para a Casan estão Chapecó e Porto Belo.   Vocês acabaram de divulgar o balanço da empresa de 2017. Como avalia os números? O balanço mostrou que a empresa vai muito bem. Se não fosse o PDVI (Plano de Demissão Voluntária), tivemos um lucro de quase R$ 100 milhões. Mas por força da lei, temos que registrar as despesas com o PDVI e por conta disso, o balanço apontou déficit de R$ 28 milhões. Mas esse prejuízo nos permitiu ter uma economia de quase R$ 100 milhões que serão investidos em nossas obras. O balanço mostra uma empresa saneada e crescendo.   Leia também as colunas de Pedro Machado e de Claudio Loetz

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Pedro Parente é indicado para a presidência. Crédito José Cruz/Agência Brasil/Divulgação

Conselho da BRF sugere chapa única para eleição de quinta

Por Estela Benetti

20/04/2018 - 14h45

A chapa única sugerida pelo conselho de administração da BRF para ser eleita na próxima quinta-feira na assembleia da empresa, em Itajaí, tem o presidente da Petrobras, o ex-ministro Pedro Parente, indicado para a presidência, e Augusto Cruz, presidente da BR Distribuidora, para vice-presidente. A escolha e divulgação de 10 nomes de consenso foi feita pelo conselho nesta quinta-feira e será a chapa votada caso o pedido de voto múltiplo, apresentado pelo fundo Aberdeen, seja suspenso.

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Sede da BRF em Chapecó. Crédito: Cristiano Estrela/NSC Total

Ações da BRF sobem pelo segundo dia seguido

Por Estela Benetti

20/04/2018 - 11h34

O desempenho das ações da BRF na bolsa de São Paulo, na quinta, com crescimento de 4,9% depois da alta de 9,51% no dia anterior mostra que o mercado estava querendo mesmo um nome de credibilidade à frente da empresa.A decisão da Europa de suspender as importações de carne de frango de 20 frigoríficos, sendo 12 da BRF não afetou muito as negociações das ações.

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Fiesc em missão nos EUA

Por Estela Benetti

20/04/2018 - 04h55

Com o propósito de fortalecer parcerias com o Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT) e falar sobre a economia de SC, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, e o diretor do Senai/SC, Jefferson de Oliveira Gomes, estão em missão institucional nos Estados Unidos. Nesta quinta-feira (19), eles se reuniram com pesquisadores do MIT (foto) quando abordaram alternativas de pesquisas nos institutos Senai de Inovação em SC: de Sistemas de Manufatura, Processamento Laser e Sistemas Embarcados.Também tiveram encontro com o pesquisador André Nascimento que executa o projeto Accelerating Innovation in Brazil em parceria com o Senai nacional e o MIT sobre o ecossistema de inovação brasileiro. Côrte foi  palestrante, à noite, no Babson College, quando falou sobre economia de SC e interagiu com o Observatório da Indústria, em Florianópolis. Esse evento foi organizado pelo Cambridge Institute of Brazilians Studies e a Brazil Today. O último compromisso será sobre indústria 4.0, conferência liderada por Gomes na embaixada brasileira, em Washington.  

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Entidades negociam fim de alta indireta do Simples

Por Estela Benetti

20/04/2018 - 02h45

A entrada em vigor dos novos limites do Simples nacional este ano gerou sublimite para  cobrança de ICMS e ISS por parte dos Estados a empresas optantes do Simples, o que resultou em aumento da carga tributária de 5% a 10%. Ontem, entidades empresariais se reuniram com a Secretaria de Estado da Fazenda e negociaram uma solução para neutralizar esse aumento. A proposta é manter a alíquota de 3,95% para empresas optantes do simples que faturam acima do sublimite – entre R$ 3,6 milhões e R$ 4,8 milhões por ano. Essa mudança pode ser implantada a curto prazo em Santa Catarina porque tanto o governador Eduardo Moreira, quanto o secretário da Fazenda, Paulo Eli, informaram que há uma posição do governo de não elevar a carga tributária, informaram as entidades.    Veja também: Paulo Eli assume Fazenda com discurso realista   A reunião foi solicitada pela Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), mas representantes da Aemflo CDL São José, Abrasel, CDL Florianópolis e Conselho Regional de Contabilidade também participaram. O conselheiro da Facisc, Alaor Tissot, avalia que a solução é um alento para as empresas optantes do Simples.  – Temos que estar juntos em busca de um objetivo único, que é não aumentar impostos – afirmou Tissot.  O conselheiro da Abrasel, Célio Salles, alertou que aumentos como esse inibem o crescimento e favorecem a informalidade. Segundo ele, essa elevação de custos começou no início de janeiro e já tem colocado em risco a sobrevivência de muitas empresas.  O sublimite define até qual limite de faturamento anual o governo estadual vai permitir recolher ICMS e ISS no Simples.    Para ver a Copa Quem não tem alta renda e faz questão de realizar o sonho de assistir jogos na Copa da Rússia pode recorrer a programas de milhas. Isso porque, mesmo faltando mais de dois meses, o preço das passagens foi parar nas alturas. Segundo o consultor de milhagens João Pimenta, há promoções em que a compra de pontos de programas de milhagens pode sair mais barato do que comprar os bilhetes em agências de viagens.    Setor público Florianópolis sedia segunda e terça-feira o evento Redes WEGov, voltado a profissionais de redes digitais de diferentes órgãos públicos do país. Os melhores cases de comunicação digital do setor serão premiados no evento. Casos de sucesso e fracasso serão avaliados, informa Gabriela Tamura, diretora da WeGov Treinamento para Gestão Pública. O importante é o aprendizado de cada um, diz.    Leia outras publicações de Estela Benetti Veja também:  Receita vai fiscalizar quem declara dinheiro vivo

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CRISTIANO ESTRELA / DIÁRIO CATARINENSE

Cortes no governo

Por Estela Benetti

19/04/2018 - 04h45

O anúncio feito pelo governador Eduardo Moreira nesta quarta-feira (18) de corte de mais de 230 cargos comissionados após ter desligado 185 em fevereiro para reduzir o custo da folha mostra que a realidade mudou para o setor público.

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Com indicação de Parente para presidir conselho da BRF, ações sobem 8,89%

Por Estela Benetti

18/04/2018 - 16h27

Boa parte da crise da BRF pode ser superada rapidamente caso o presidente da Petrobras, o ex-ministro Pedro Parente, aceite presidir o conselho de administração da companhia. A informação de que ele seria o nome de consenso entre os principais acionistas da companhia, os fundos Petros, Previ e Península foi divulgada nesta quarta-feira (18); e as ações da gigante de alimentos tinham subido 8,89% por volta das 16h. Na terça-feira, em uma entrevista por telefone, o conselheiro e maior acionista individual da empresa, Luiz Fernando Furlan, também cotado para presidir o conselho, disse que continuaria tentando solução de consenso para evitar voto múltiplo na assembleia de quinta-feira da próxima semana. Considerado o melhor ministro técnico dos governos de Fernando Henrique, Parente imprime alta credibilidade à frente de empresas. Vem conduzindo com precisão a recuperação da Petrobras e, como presidiu a Bunge Brasil, conhece com detalhes os setores de alimentos e grãos que envolvem os desafios da BRF, dona da Sadia e Perdigão. Também fez excelente gestão à frente do Grupo RBS. Leia também: Furlan busca acordo para conselho: "Tempestades vêm e vão"

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O que impulsiona a economia, segundo o presidente do Bradesco

Por Estela Benetti

18/04/2018 - 03h00

A retomada da economia brasileira está fraca, mas o Bradesco, um dos maiores bancos privados do Brasil, está otimista. Foi esse o recado do novo presidente da instituição, Octávio de Lazari Junior, e do economista-chefe Fernando Honorato Barbosa, em palestra para 430 lideranças empresariais na noite de segunda-feira, na reunião da Associação Empresarial de Joinville (Acij). Segundo Honorato, as reformas que mais ajudarão a economia são o teto de gastos, as mudanças trabalhistas e a nova taxa de juros do BNDES. No lado do consumo, ele citou a inflação baixa, queda dos juros, maior confiança do consumidor, menor endividamento das famílias e baixos estoques. Para ele, a eleição terá pouco impacto no consumo, mais no investimento. Na foto, Honorato (E), os vice-presidentes da Acij João Martinelli e Ovandi Rosenstock, Octávio de Lazari e o presidente da Acij Moacir Thomazi.     Joinville em alta A abertura da reunião do conselho da Acij, segunda, foi de reconhecimento aos diferenciais de Joinville, tanto pelo prefeito Udo Döhler quanto por Octávio de Lazari, que escolheu a cidade para sua primeira vista como presidente do Bradesco. Falando de economia, o banqueiro disse que se existe um Estado e uma cidade que podem ser representativos do que pode acontecer de bom com o Brasil, esse Estado é SC e a cidade, Joinville. E Döhler foi aplaudido ao citar que a cidade tem o terceiro melhor Ideb (educação básica) do país. Disse também que a economia de Joinville vai triplicar nos próximos 30 anos e o mesmo ocorrerá com sua população.    Ampe muda A Ampe Metropolitana realiza segunda-feira a posse da diretoria reeleita para o mandato de 2018/2020, que tem à frente o empresário Piter Santana. No mesmo dia, a entidade inaugura nova sede na Av. Rio Branco, número 533, em Florianópolis e vai comemorar seus oito anos de atuação, completados dia 9. A Grande Florianópolis conta com cerca de 65 mil micro e pequenas empresas e 53 mil empreendedores individuais formalizados.    Supermercado solar

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