Florianópolis

Estela

Benetti

Estela Benetti

Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

Estela Benetti

Tatiana Eberle, Divulgação

Empresas de Brusque vendem um milhão de peças durante a 44ª Pronegócio

Por Estela Benetti

22/01/2018 - 14h58

Largada animadora A Associação das Micro e Pequenas Empresas de Brusque e Região (AmpeBr) estima que um milhão de peças foram vendidas durante a 44ª Pronegócio, que ocorreu ao longo da última semana no pavilhão da Fenarreco. De acordo com organização, o evento recebeu mais de 700 compradores de todo o país. Com pedidos anotados para o inverno, as indústrias da região agora começam a pensar nas coleções de primavera e verão. A próxima edição da Pronegócio será entre os dias 14 e 18 de maio. Fecomércio SC vai ao Panamá A Fecomércio SC prepara uma missão para o Panamá, um dos maiores hubs de distribuição para as Américas e a Europa. A federação está convidando empresários, especialmente de pequenas e médias empresas, a participarem da viagem em busca de oportunidades de negócios e do contato com novas tendências de mercado na 35ª Expocomer. O roteiro inclui um tour de negócios na Zona Livre de Cólon, a segunda maior do mundo, que perde apenas para a China. A missão embarca no final de fevereiro. Mais informações no site da instituição.   Governo muda a RAIS Com a introdução de novas modalidades de contratação pela nova lei trabalhista (lei 13.467/17), a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) de 2017 terá novos campos que deverão ser preenchidos pelo empregador. Foram incluídos o trabalho por tempo parcial, teletrabalho, trabalho intermitente e desligamento por acordo entre empregador e trabalhador. A Rais é a fonte de informação mais completa sobre empregadores e trabalhadores formais no Brasil. Nela constam dados como número de empresas, municípios de localização, ramo de atividade e quantidade de empregados. Também informa as características dos trabalhadores brasileiros, suas ocupações, salário e tipo de vínculo que mantêm. O empresário terá dois meses para entregar a declaração, de 23 de janeiro a 23 de março.   Febre amarela Para se compreender como o assunto ganhou importância no meio corporativo, a revista Exame incluiu, na barra inicial de seu site, a expressão febre amarela. É uma forma de permitir acesso rápido à leitura de informações sobre o tema. Recolho duas de lá: 1 - A Organização Mundial da Saúde diz que a febre amarela veio para ficar. 2 - A União Europeia recomenda vacina contra a doença aos turistas que viajam para passar o Carnaval no Brasil. Sustentabilidade A Coca-Cola está investindo R$ 1,6 bilhão no Brasil até 2020 para ampliar o volume de recolhimento das embalagens que coloca no mercado. Hoje este índice está em 51% e a meta é avançar a 66% em três anos. Para chegar lá, a companhia planeja ampliar parcerias com cooperativas de reciclagem e apostar em novas estratégias de design.   Estatuto A Caixa Econômica Federal aprovou sexta-feira o novo estatuto do banco, adequando-o à chamada Lei das Estatais e ao Programa de Destaque em Governança das Estatais da B3. As mudanças devem melhorar, espera-se, a gestão e a governança da Caixa, com novas regras para escolha e atuação de dirigentes, maior transparência nos processos de decisão e criação de novos comitês estatutários. Ação necessária e bem-vinda diante dos recentes desgastes da estatal, que viu vice-presidentes serem afastados na última semana por suspeitas de corrupção.

Continuar lendo
Hermínio Nunes, Eletrosul

Novas regras facilitam instalação de pequenas hidrelétricas em SC

Por Estela Benetti

22/01/2018 - 12h31

* Por Larissa Linder Foi sancionada pelo governo estadual, neste mês, a alteração da lei nº 14.652 que trata da instalação de pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) e centrais geradoras hidrelétricas (CGHs) no Estado, facilitando a instituição dos empreendimentos. O coordenador do programa estadual SC+Energia e presidente da Associação dos Produtores de Energia de SC (Apesc), Gerson Berti, explica que até então, para usinas na região serrana, era necessária uma avaliação ambiental total do rio, não somente da parte em que o empreendimento seria instalado. Mesmo com a mudança, são exigidos de todos os projetos os estudos de viabilidade e licenças ambientais. Segundo Berti, com este novo entendimento as empresas deverão retomar os trabalhos ambientais e de construção das usinas que estavam emperrados na Serra. O SC+Energia prevê a instalação de cerca de 700 MW, o que corresponde a R$ 4 bilhões em investimentos, ao longo dos próximos dez anos. O SC+Energia é um programa de incentivo aos investimentos em geração de energia de fontes limpas e renováveis. Desde que foi lançado, há dois anos, foram cadastrados 105 empreendimentos que, quando estiverem em atividade, produzirão mais de 3,1 gigawatts (GW).

Continuar lendo

Kellogg investirá R$ 215 milhões na catarinense Parati

Por Estela Benetti

19/01/2018 - 09h46

*Por Larissa Linder A Kellogg Company anunciou ontem um investimento de R$ 215 milhões para expandir sua fábrica de massas e biscoitos Parati, em São Lourenço do Oeste. A fábrica catarinense havia sido adquirida pela norte-americana em 2016 por R$1,38 bilhão, tendo sido a maior aquisição da Kellogg na América Latina. Segundo a empresa, um acordo recentemente assinado com o governo do Estado permitirá a construção de novas estruturas ao longo deste ano, que entrarão em operação em 2019. A secretaria de Estado da Fazenda afirma que a companhia foi rígida quanto à divulgação dos termos do contrato e não deu detalhes a respeito. Questionada sobre o teor do acordo, a Kellogg disse, por meio de assessoria de imprensa, que não iria se pronunciar sobre o assunto. O governador de SC, Raimundo Colombo, declarou que o Estado foi escolhido principalmente por causa “das condições favoráveis" que oferece às empresas "em termos de logística, infraestrutura, segurança, estabilidade econômica, talentos locais”. A compra da Parati em 2016 foi uma forma de a Kellogg ampliar a presença dela na América Latina e reduzir a dependência dos cereais  no mercado brasileiro ao ampliar o portfólio para massas e biscoitos. Fundada em 1972 em Santa Catarina, a Parati emprega 3,2 mil funcionários, tem cinco centros de distribuição e duas unidades de produção. Em 2016, a empresa faturou R$ 600 milhões. O faturamento de 2017 ainda não foi fechado, diz a Kellogg. Confira todas as publicações de Estela Benetti  Leia também: Villa Francioni terá passeio especial para vindima Florianópolis estreia "Lei Rouanet da inovação" ​Catarinenses no ranking das empresas mais amadas do Brasil​  

Continuar lendo

Villa Francioni terá passeio especial para vindima

Por Estela Benetti

18/01/2018 - 17h32

*Por Larissa Linder Para atrair mais turistas, a vinícola Villa Francioni, de São Joaquim, prepara um passeio diferente para a época de colheita da uva, a vindima. Além do tradicional tour guiado e degustação, estão previstas visitas sob a condução de um dos enólogos da empresa por toda a propriedade, incluindo os vinhedos. O passeio da vindima também terá passagem pela cave da Villa Francioni e degustação da linha de rótulos mais nobre da casa.  O tour da vindima terá limite de oito pessoas por grupo e agenda apenas aos sábados, durante a colheita, de março até abril. As reservas podem ser feitas pelo site.   Leia todas as publicações de Estela Benetti

Continuar lendo

Aeroportos do Estado receberam 509 mil passageiros a mais em 2017

Por Estela Benetti

17/01/2018 - 00h39

*Por Larissa Linder O início da retomada da economia trouxe mais passageiros a Santa Catarina. Em 2017, os cinco maiores aeroportos do Estado - Florianópolis, Joinville, Chapecó, Navegantes e Jaguaruna - receberam 6,5 milhões de passageiros, um crescimento de 8% em relação ao ano anterior, ou 509 mil pessoas a mais, conforme números da Infraero e da prefeitura de Chapecó. É um bom sinal e um alívio após a queda de mais de 155 mil passageiros em 2016 na comparação com 2015. Também ficou acima da variação nacional. Em todo o país, o aumento foi de 3,4%, levando-se em conta apenas os aeroportos administrados pela Infraero, o que exclui alguns dos grandes centros, como Guarulhos (SP) e Confins (MG).  O dólar alto, que ajudou ao impulsionar o turismo doméstico, é parte da explicação, mas os dados também refletem o ambiente de negócios como um todo. Em Chapecó, onde a movimentação tem relação direta com o calendário de eventos da região, o número de embarques e desembarques aumentou 11% ao alcançar 468 mil passageiros. Segundo a prefeitura, a cidade contabilizou pelo menos 230 grandes eventos no ano passado. Ajudou ainda, no final de 2017, o aumento no número de voos. O aeroporto de Navegantes, por exemplo, voltou a ter oferecer destinos internacionais com voo direto para Buenos Aires, operado pela Azul. A Secretaria de Estado do Turismo acredita que a forte campanha de divulgação dos destinos catarinenses pelo Brasil e em países vizinhos foi um fator que também contribuiu para o aumento nos embarques e desembarques.  Para receber cada vez mais passageiros, contudo, os aeroportos do Estado precisam melhorar, e muito. O de Florianópolis, que vive uma situação vergonhosa para uma cidade de vocação turística, passa por reforma e ampliação. As obras devem ser concluídas em outubro de 2019. É esperar pra ver.  Leia todas as publicações da coluna de Estela Benetti Leia também: Catarinenses no ranking das empresas mais amadas do Brasil Planos de saúde ficaram 85,5% mais caros nos últimos cinco anos

Continuar lendo
Empresas

Catarinenses no ranking das empresas mais amadas do Brasil

Por Estela Benetti

16/01/2018 - 15h58

*Por Larissa Linder A Aurora Alimentos, em sexto lugar, e a fabricante de eletrodomésticos Whirlpool, na 37a colocação, são as duas companhias catarinenses listadas entre as 50 grandes empresas mais amadas do Brasil. O ranking é do site Love Mondays, especializado em assuntos relacionados a recursos humanos e gestão de pessoas.  Queijos artesanais O governador Raimundo Colombo deve decidir, nesta semana, sobre a sanção ou o veto à lei dos queijos artesanais de lei cru. O prazo é até quinta-feira. Se aprovado, o projeto de autoria de João Amin (PP) deve beneficiar pelo menos 6 mil agricultores familiares em todo o Estado para os quais o produto pode se tornar a principal fonte de renda. Hoje, a comercialização de queijos feitos com leite cru só é permitida para a variedade serrana. Outras iguarias tradicionais, como o kochkäse, ficam fora e correm o risco de sumir do mapa por falta de incentivo à produção.  Leia todas as publicações de Estela Benetti Leia também: Segurança do trabalho Loja sobre rodas Seis em cada dez catarinenses acreditam que 2018 será melhor

Continuar lendo

Planos de saúde ficaram 85,5% mais caros nos últimos cinco anos

Por Estela Benetti

16/01/2018 - 00h34

*Por Larissa Linder Uma parte do noticiário sobre a inflação de 2017, divulgada na semana passada, passou quase despercebida: os planos de saúde tiveram a segunda maior alta entre as categorias analisadas pelo IBGE, um aumento de 13,53%, perdeu apenas para combustíveis domésticos (gás e eletricidade), que alcançou 15,59%. Embora o IPCA do último ano tenha sido o menor em duas décadas - apenas 2,95% -, graças à boa safra, enquanto pagou-se menos por comida, pagou-se muito mais por plano de saúde. Desde 2012, aliás, a inflação do setor fica acima do índice geral. Nos últimos cinco anos, pagar um plano de saúde ficou 85,5% mais caro. O maior IPCA foi observado em 2016, quando houve aumento de 13,55%. Não foi à toa que pelo menos 29 mil catarinenses largaram planos naquele ano. No entanto, a maior diferença entre inflação geral e dos planos ocorreu no ano passado.  Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o que puxa os preços para cima são, principalmente, os contratos coletivos. Para os individuais, a ANS estipula um teto anual de reajuste, que em 2017 foi de 13,55%. É um máximo, sendo que as operadoras podem praticar reajustes menores ou nem mesmo alterar o preço cobrado. Mas nos casos coletivos tudo depende de acordo entre operadora e empresa, que, conforme a agência reguladora, teria maior poder de barganha por estar negociando uma quantidade considerável de contratos. A Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) afirma que a inflação médica ser maior que a inflação geral dos países é "um fenômeno mundial", e que os reajustes dos planos de pessoas físicas seguem índices intermediários entre a inflação geral e os reajustes praticados nos planos coletivos, "gerando uma defasagem financeira, ano a ano, que provoca perdas irreparáveis". Pelo menos desde 2012, diz a Abramge, a saúde suplementar opera com margens operacionais inferiores a 1% no país.  Errata Ontem a coluna noticiou que 61% dos consumidores catarinenses consideram que 2018 será um ano melhor que 2017. No entanto, a Fecomércio-SC retificou a informação: o percentual correto é de 55,6% de consumidores otimistas. A realidade Para além da propaganda, o mundo real se impõe. É o que revela pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas/Serviço de Proteção ao Crédito: 41% dos brasileiros estão pessimistas com o futuro da economia. Os otimistas com o país somam 20%. Entre os que estão pessimistas, o principal motivo apontado é a corrupção e a impunidade dos políticos (45%), seguido daqueles que discordam das medidas econômicas adotadas pelo atual governo (15%) e a percepção de que o desemprego continuará aumentando (14%). Já considerando os otimistas, a maior parte (41%) não sabe explicar as razões de acreditarem na melhora. Tão ou mais grave é que 84% dos consumidores avaliam de forma negativa o atual momento da economia. E apenas 2% a consideram favoravelmente. Quando o assunto é a sua própria vida financeira, a avaliação positiva atinge 12% dos entrevistados, contra 43% de pessimistas. Faca de dois gumes A produção de veículos no Brasil inverteu a curva e cresceu 25,2% em 2017, com cerca de 2,7 milhões de novas unidades, de acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Sim, a indústria automotiva costuma ser um termômetro da economia, sua cadeia produtiva emprega milhões de pessoas e as vendas em alta demonstram aumento do poder de compra do consumidor. Mas mais veículos na rua comprometem ainda mais a já delicada mobilidade em grandes centros urbanos, o que também é ruim para o desenvolvimento e a qualidade de vida. Leia todas as publicações de Estela Benetti Leia também: Segurança do trabalho Loja sobre rodas Seis em cada dez catarinenses acreditam que 2018 será melhor

Continuar lendo

Segurança do trabalho

Por Estela Benetti

15/01/2018 - 16h31

*Por Larissa Linder Qualidade, saúde ocupacional, meio ambiente e segurança do trabalho integrados. Um evento terça-feira, em Blumenau, no Instituto Gene, terá palestras para profissionais dessas áreas e contará também com uma unidade móvel de alta tecnologia para treinamentos de brigada de incêndio, trabalhos em altura e em espaços confinados e emergências químicas.  

Continuar lendo
e-palette da Toyota

Loja sobre rodas

Por Estela Benetti

15/01/2018 - 13h53

*Por Larissa Linder Uma loja, um comércio ou até mesmo uma pizzaria que vai até onde o consumidor estiver. Numa definição simples, é assim que a Toyota apresenta o e-Palette, uma minivan elétrica sem motorista projetada para ser, entre outras funções, uma espécie de varejo ambulante. A novidade foi lançada durante a Consumers Eletronic Show (CES), maior feira de tecnologia e eletrônicos do mundo, na última semana em Las Vegas, nos Estados Unidos. A montadora planeja disponibilizar o veículo ao mercado até 2020.

Continuar lendo

Estela

Benetti

Estela Benetti

Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

publicidade
publicidade
publicidade
publicidade
Florianópolis
© 2017 NSC Comunicação
Florianópolis
© 2017 NSC Comunicação