Florianópolis

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Estela Benetti

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Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

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SC é o Estado mais eficiente em serviços à população, mostra ranking da Folha

Por Estela Benetti

19/08/2018 - 12h56

O Estado de Santa Catarina está no topo do novo Ranking de Eficiência Estadual (REE-F) lançado pelo Instituto Datafolha e o jornal Folha de S. Paulo, divulgado neste domingo. De uma escala de nota de zero a 1, SC alcançou 0,635, seguida por São Paulo com 0,574, Paraná 0,533, Pernambuco 0,517 e Espírito Santo 0,517. Com nota acima de 0,5, esses Estados são considerados eficientes.

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(Marco Favero, Diário Catarinense)

“Um ponto crítico é a falta de infraestrutura”, diz presidente da Floripa Airport

Por Estela Benetti

18/08/2018 - 05h00

Após Santa Catarina esperar décadas por um terminal aeroportuário a altura da sua pujança econômica, o novo Aeroporto Internacional Hercílio Luz deverá estar pronto e iniciar operações em 1º de agosto de 2019, três meses antes do prazo previsto no contrato de concessão para o investimento de R$ 500 milhões. Esse ritmo europeu é da concessionária Floripa Airport, do grupo suíço Zurich Airport. Só que tudo indica que o atraso do setor público do país impedirá que essa inauguração aconteça com o novo acesso pronto. Mas o jovem executivo suíço Tobias Markert (foto), presidente da Floripa Airport, segue acelerando as obras da companhia e o aprimoramento dos serviços do aeroporto enquanto cobra a nova estrada. Graduado em administração de negócios e psicologia, com MBA internacional em aviação, Markert tem a experiência de 15 anos de atuação nos aeroportos de Zurich e Curaçao (Caribe). Entre as novidades que traz para Florianópolis está o projeto de transformar o terminal também numa atração turística para quem não está viajando. Saiba mais na entrevista a seguir.

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(TADEU VILANI, AGÊNCIA RBS)

Indústrias de carnes têm perdas bilionárias

Por Estela Benetti

18/08/2018 - 04h20

As grandes agroindústrias de carnes de Santa Catarina sabiam que o ano não teria céu de brigadeiro, mas a série de dificuldades como os embargos internacionais e a paralisação dos caminhoneiros gerou perdas bilionárias no segundo trimestre que foram estampadas nos balanços financeiros. A BRF, dona da Sadia e Perdigão, teve prejuízo líquido de R$ 1,57 bilhão no trimestre. Desse total, a companhia informou que R$ 75 milhões foram em razão das barreiras nas rodovias. Também reportou perda de R$ 144 milhões com reestruturação da empresa que incluiu recisões de contratos e indenizações a avicultores e mais R$ 185 milhões relativos a operações de hedge (seguro internacional). Os demais rombos foram em função da redução de exportações para a Europa e China devido aos embargos de importação. A empresa, que está em meio a uma série de ajustes liderados pelo presidente Pedro Parente, conseguiu faturar 2% a mais no mercado interno no trimestre. A JBS, dona da Seara, que têm a maior estrutura de aves e suínos do Estado, fechou o trimestre com prejuízo líquido de R$ 911 milhões. Desse total, ela informou que as perdas com a paralisação dos caminhoneiros chegaram a R$ 113 milhões.  A Coopercentral Aurora, terceira maior do Brasil no segmento de carnes de frango e suíno, não publica balanço por ser uma cooperativa com mais de 70 mil associados, mas chegou a estimar o rombo com as barreiras nas rodovias em maio girou em torno de R$ 50 milhões.  Os números mostram que o setor foi o segundo do país que mais perdeu com a mobilização dos caminhoneiros, só atrás do setor de petróleo. Como as agroindústrias de carnes são as maiores exportadoras de Santa Catarina e estão entre as que mais movimentam a economia, o Estado perdeu muito, pois parte dos prejuízos não é contabilizada. Mas a expectativa é de que no segundo semestre, com maior demanda interna e conquista de novos mercados no exterior, os prejuízos sejam menores para o setor. Apesar disso, 2018 será um ano fora da curva. Assim, a tendência é de que os preços continuem acessíveis aos consumidores brasileiros.   Leia outras publicações de Estela Benetti

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(Gracom Efeitos Visuais, divulgação)

Escola de efeitos visuais e games abre unidade em Florianópolis

Por Estela Benetti

17/08/2018 - 20h30

Uma nova opção de carreira pode ser conquistada com um curso técnico para atuar no mundo do cinema ou em outras atividades que envolvem imagens. Será inaugurada neste sábado, no Centro de Florianópolis, uma filial da rede de ensino Gracom Efeitos Visuais e Games com a expectativa de atender 1,5 mil alunos. A empresa, que tem 10 anos de atuação no país e soma agora 23 unidades, é autorizada pela Adobe, líder mundial em soluções para tecnologias digitais. Por isso, os treinamentos têm certificação com selo de qualidade.  A instituição ministra sete modalidades de cursos incluindo, Open CG, Gamer DV, GamerArt, SET 3D, Cine TV, Sculpture Tradicional e Gracom Kids (para crianças). A carga horária dos cursos vai de 2h30min a 3 horas por semana, a duração é de dois anos em média e as mensalidades variam de R$ 250 a R$ 480. As salas de aula contam com computadores potentes e alunos graduados na instituição podem ganhar até R$ 10 mil em grandes empresas no país.    Leia outras publicações de Estela Benetti

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(Selina, divulgação)

Rede de hotéis do Caribe vai iniciar operação em Florianópolis

Por Estela Benetti

17/08/2018 - 05h05

A primeira unidade brasileira da rede hoteleira caribenha Selina iniciará operação em Florianópolis no início do ano que vem.  O equipamento escolhido foi o Praia Mole Hotel, numa das praias mais desejadas da Ilha de SC.A rede prioriza hospedagem confortável com serviço de coworking para receber tanto turistas quanto pessoas que precisam trabalhar enquanto viajam. A Selina opta por transformar equipamentos já existentes, adequando para um público que quer se sentir em casa, sendo muitos nômades digitais que trabalham de qualquer lugar do mundo. O plano para o Brasil inclui unidades no Rio de Janeiro, São Paulo e Nordeste. A rede foi fundada pelos empresários Daniel Rudasevski e Rafi Museri no Panamá, em 2015, e cresce de forma acelerada no mundo.Já está presente na Costa Rica, Colômbia, Portugal e outros países.Na foto, coworking de hotel em San José, Costa Rica. O presidente de desenvolvimento de negócios da Selina, Steven O’Hayon, disse que começando por Florianópolis a empresa atinge o objetivo de estar nos lugares mais desejados pelos viajantes de todo o mundo. Pontos para SC que ganha mais uma bandeira internacional de hotel, o que atrai visitantes do exterior.      Tecnologia exponencialAs empresas que não inovarem rapidamente correm o risco de perder espaço ou desaparecer. Esse foi o recado principal do consultor em tecnologias exponenciais Francisco Milagres que falou quarta-feira à noite para o público da ExpoInovação, em Joinville. Segundo ele, hoje a vida média de empresas que integram o índice S&P 500 do mercado acionário dos Estados Unidos é de, no máximo, 15 anos. Antes do mundo digital, o tempo era superior a 50 anos. Para enfrentar isso, ele recomendou ruptura de padrões, modelos ou tecnologias estabelecidas no mercado. Há casos em que o líder da empresa também precisa mudar, alertou ele. Na ExpoInovação circulou também muita informação sobre o que está sendo feito em tecnologia no Norte do Estado. O projeto de robótica da Católica SC em Joinville chamou atenção da WEG. Pacto pela Inovação cresceO governo do Estado, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Sustentável, e o Sebrae-SC lideram a quinta reunião geral do Pacto pela Inovação do Estado segunda-feira, a partir das 16h, na sede do Sebrae da SC-401, em Florianópolis. Segundo o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da secretaria, Jean Vogel, serão incluídos novos participantes, por isso o pacto contará com mais de 40 instituições participantes. A programação inclui um evento exclusivo com o especialista internacional Hitendra Patel e uma confraternização para networking. Para empresáriasEm função do Dia Nacional da Mulher Empresária, a Federação das Associações Empresariais de SC (Facisc) por meio do seu Conselho Estadual da Mulher Empresária e o Conselho Nacional da Mulher Empresária (CNME) realizam hoje a quarta edição do Empreende Mulher Catarinense no Maria’s, em Camboriú. Durante o dia todo, palestrantes abordarão temas para evidenciar a importância do empreendedorismo feminino e as transformações promovidas pelas mulheres. São esperadas cerca de 600 empresárias e executivas, informa a Facisc. Pleitos a candidatosRepresentando a Associação dos Produtores de Maçã e Pêra de Santa Catarina (Amap), o fruticultor Rogério Pereira entregou aos candidatos ao Senado da coligação Aqui é Trabalho, Raimundo Colombo e Esperidião Amin, um documento com dois pleitos em defesa do setor. As sugestões são a continuidade do subsídio do seguro estadual aos fruticultores e a volta do seguro federal para 60% da produção. O encontro aconteceu em São Joaquim.  Leia outras publicações de Estela Benetti

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(Salmo Duarte/A Notícia)

Crise do emprego é consequência da situação política e um desafio na eleição

Por Estela Benetti

17/08/2018 - 04h25

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad) do segundo trimestre do ano, divulgada ontem pelo IBGE, confirma a posição número um de Santa Catarina quando o assunto é emprego, em função da diversificada economia estadual, e mostra a situação crítica do país.Consequência dos dois anos de recessão e outros problemas econômicos, o desemprego evidencia como as políticas econômicas erradas prejudicam os trabalhadores, especialmente os mais pobres. Por isso se espera que os postulantes à Presidência da República e ao governo do Estado façam propostas que motivem investimentos e geração de novas vagas de forma consistente.No segundo trimestre do ano, SC repetiu o primeiro e manteve taxa de desemprego de 6,5%, a menor do país, enquanto a média nacional ficou em 12,4%. Também teve a mais baixa taxa de subocupação com 2,5%, a menor de subutilização da força de trabalho, 10,9%, e 0,7% de pessoas desalentadas. No país, a subocupação ficou em 7,1%, a subutilização total 24,6% e os desalentados, 4,4%. Assusta a situação de Estados mais pobres, como o Amapá, com desemprego de 21,3%, Alagoas 17,3%, Pernambuco 16,9% e Bahia, 16,5%. Os eleitores precisam ficar atentos aos programas de governo que abram caminhos para o emprego. Esses programas devem prever ajuste nas contas públicas com reforma da Previdência e reforma tributária, redução nos gastos públicos, melhoria do ambiente de negócios com menos burocracia, investimentos urgentes e elevados em infraestrutura e melhoria na educação básica e na saúde. Além de prever em seus programas, devem cumprir essas promessas.Veja também: Desemprego diminui, mas informalidade aumenta em SC Com os EUAA cônsul-geral dos EUA em Porto Alegre, Julia Harlan, conversou ontem com a Fiesc sobre parcerias com SC. Ela informou ao presidente da entidade, Mario Aguiar, e a executivos que os EUA têm interesse em trabalhar mais com SC em todas as áreas de negócios, especialmente em educação e inovação. – Nós queremos levar às pessoas dos EUA mais informações sobre as oportunidades que a Região Sul oferece – disse Harlan. Aguiar lembrou que o mercado americano é o principal destino das exportações de SC e que há interesse em ampliar, tanto importações quanto exportações. Da Serra para SPNão são poucos os produtos catarinenses usados na sofisticada gastronomia nacional. O último destaque são ovas de trutas de Lages em prato de carne crua e em risoto de lagostin no restaurante Evvai, de São Paulo. As criações são do chef Luiz Felipe Souza, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo. Leia outras publicações de Estela Benetti

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James Tavares, Secom, divulgação

Governador recebe comitiva dos EUA

Por Estela Benetti

16/08/2018 - 05h00

O governador Eduardo Moreira (E) recebeu na quarta-feira (15) uma comitiva dos Estados Unidos liderada pela cônsul geral norte-americana no país, Julia Harlan (D). Ela veio para fazer contatos visando possível parceria com o governo catarinense e ficará três dias no Estado para conhecer e visitar entidades. Ela terá reuniões com a Federação das Indústrias de SC (Fiesc) e com a Associação Catarinense de Tecnologia (Acate). Moreira falou da agroindústria e destacou que o Estado é o único do país livre de aftosa sem vacinação, o que pode ajudar na ampliação de negócios. Também destacou o setor de tecnologia. Vale lembrar que o mercado norte-americano é o número um das exportações de SC.  Veja também as publicações de Moacir Pereira e Upiara Boschi Cristais de luxo  

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Arrecadação do Santa Catarina cresce 12,3% em julho

Por Estela Benetti

16/08/2018 - 05h00

Num sinal de maior ritmo da atividade econômica, a arrecadação do governo de Santa Catarina alcançou R$ 2,083 bilhões em julho, o que significa um crescimento nominal (sem descontar a inflação) de 12,3% na comparação com o mesmo mês do ano passado e de 14,2% em relação ao mês imediatamente anterior, junho. De janeiro a julho, a receita total do Estado alcançou R$ 14,707 bilhões, 6,6% a mais do que no mesmo período do ano anterior. Desse total, R$ 13,110 bilhões foram de tributos estaduais, sendo R$ 11,885 bilhões somente de ICMS.  Conforme o Secretaria de Estado da Fazenda, Paulo Eli, o crescimento da arrecadação em julho foi bastante significativo e mostra recuperação da economia em relação ao primeiro semestre do ano.  – Embora o resultado tenha sido bem expressivo, o mês de julho ainda registrou perda de R$ 43 milhões na arrecadação em função da greve dos caminhoneiros. Estas perdas estão concentradas, principalmente, nos setores de energia, que arrecadou R$ 15,4 milhões abaixo do esperado e de supermercados, que teve perda de R$ 12,1 milhões – explica o secretário.   A maior parte dos setores econômicos mostrou expansão acima da média em julho frente ao mesmo mês do ano passado. As redes de varejo tiveram aumento de arrecadação de 65,5%; a automação comercial, de 37,4%; e o setor de bebidas, de R$ 25,9%. Os supermercados registraram no período retração de 5,7%; o agronegócio teve recuo de 10,6%, e o setor de comunicações teve queda de 15,2%.  Apesar da expansão, a arrecadação ficou abaixo do orçado pelo governo do Estado, o que significa que falta dinheiro para fechar as contas. Para se ter ideia, a expectativa com os impostos estaduais era de obter R$ 14,917 bilhões até julho, mas ficou em R$ 13,110 bilhões, o que corresponde a 87,89% do estimado.    Leia outras publicações de Estela Benetti

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Celesc fecha segundo trimestre com lucro de R$ 69,22 milhões

Por Estela Benetti

15/08/2018 - 05h00

O Grupo Celesc fechou o segundo trimestre do ano com lucro líquido de R$ 69,22 milhões enquanto no mesmo período de 2017 teve resultado negativo de R$ 99 milhões. No primeiro semestre deste ano, lucrou R$ 140 milhões revertendo o resultado de R$ 2,2 milhões do mesmo período do ano anterior. As principais razões da alta no trimestre foram maior consumo de energia e redução de custos operacionais da companhia, informou o presidente Cleverson Siewert.    Veja também: Conta de luz da Celesc terá alta média de 13,86%   Cosméticos A palestrante do Lide SC, ontem, em Florianópolis, foi Flávia Bittencourt, vice-presidente para a América Latina da gigante francesa de cosméticos Sephora. A empresa, fundada em 1970 em Paris, tem 2.535 lojas em 34 países. Segundo ela, o foco é o mercado de beleza de prestígio no Brasil que representa apenas 6% enquanto no mundo responde por 30% do total.   BRF certificada A unidade de Chapecó da BRF, dona das marcas Sadia e Perdigão, foi a primeira da companhia a conquistar certificação internacional de bem-estar animal. É o selo Paaco (Professional Animal Auditor Certification Organization), que consiste numa série de normas e padrões para criação, alimentação e abate humanitário das aves. A companhia já tem outras oito certificações que atestam as boas práticas de bem-estar animal, entre as quais a Certified Humane, BRC (British Retail Consortium), GlobalGap, Genesis Gap, AloFree e IFS. Do Vale do Silício Neste segundo dia da Expoinovação, no Teatro Juarez Machado, em Joinville, a palestra de abertura, à noite, será com o mineiro Juliano Alves Pinto, que falará sobre os fundamentos que transformaram o Vale do Silício, nos EUA, em sinônimo de empreendedorismo na área de tecnologia. E o consultor Francisco Milagres, especialista pela Singularity University, do Vale do Silício, falará sobre o conceito de organizações exponenciais.  Consumo consciente Integrantes do projeto Armário Coletivo, de Florianópolis, participam de palestras e workshops sobre consumo consciente em São Paulo. O projeto conta com 12 armários coletivos que recebem cerca de 360 produtos por dia e gera renda. A iniciativa tem apoio da Acif e foi premiada pelo Instituto Guga Kuerten ano passado.   Leia outras publicações de Estela Benetti

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(Marcello Casal Junior / Agência Brasil)

Setor produtivo de Santa Catarina se une contra aumento da energia elétrica

Por Estela Benetti

15/08/2018 - 04h25

Enquanto o tímido crescimento econômico impede empresas privadas de elevar preços dos seus produtos e serviços, as companhias de energia, com a ajuda de uma favorável regulação de preços, têm aprovação de reajustes muito acima da inflação. O anúncio da Celesc, segunda-feira, de que teve autorização da Aneel para elevar em 15% a tarifa de energia elétrica para a indústria pouco tempo depois da alta do gás natural (leia mais aqui) atraiu duras críticas de federações empresariais catarinenses. A Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc) se manifestou contra o reajuste na conta de luz por entender que é inaceitável qualquer aumento de preços administrados num momento de recuperação da economia.  – As empresas absorvem esse custo que é fixo e se tornam menos competitivas – alerta o vice-presidente de Indústria da Federação, André Gaidzinski.  Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fiesc), Mario Cezar de Aguiar, esse pesado reajuste dos principais insumos do setor pressiona custos de produção, vai prejudicar a retomada do crescimento e derrubar a competitividade do setor.  – Essa alta, muito acima da inflação, vai entrar em vigor dois meses após o salto de 26% no preço do gás natural, que já trouxe problemas para o setor produtivo. Isso ocorre num momento em que a indústria, já afetada por embargos a produtos importantes de nossa pauta de exportação e pela greve dos caminhoneiros, faz um grande esforço para retomar o nível de atividade – explica o empresário. Gaidzinski avalia que esses reajustes são estrondosos e, especialmente no caso da energia elétrica, com tarifa maior o governo estadual arrecada mais ICMS do setor.  – Sempre a conta vai para o empresário pagar, o governo não é solidário. Na realidade, é egoísta, alheio e afastado do setor produtivo onde aumenta a ineficiência, piora o atendimento ao cidadão usuário e a corrupção fica cada vez mais aparente em um modelo de gestão baseada em empregar membros de partidos coligados levando ao caos administração pública – afirma Gaidzinski.  Embora as normas do setor energético visam o equilíbrio do serviço, as altas acima da inflação, em tempos de crise, geram problemas e manifestações contrárias.    Veja também:  Conta de luz da Celesc terá alta média de 13,86% Estado paga a segunda parte de parcela do 13º em setembro

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