A Havan negocia com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) os naming rights (direitos de nome) do Brasileirão. A informação foi divulgada em primeira mão pelo jornalista Alain Rezini, da Rádio Cidade AM, de Brusque, na segunda-feira à tarde. Uma fonte da empresa confirmou ao blog que há propostas em estudo. Os acertos estariam em fase final.
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Caso as partes cheguem a um acordo, o nome oficial da competição deve levar a marca da rede varejista, embora no universo de clubes, torcedores e imprensa os patrocinadores dificilmente sejam lembrados quando se cita o nome do campeonato.
Esta não é a primeira vez que a Havan se envolve com futebol. Além de estampar a camisa do clube da sua cidade natal, a rede já fez um patrocínio pontual para o Grêmio na final da Copa do Brasil de 2016. Naquele mesmo ano, causou polêmica com o troféu do Campeonato Catarinense, uma réplica da Estátua da Liberdade. A marca também já apareceu em painéis de jogos da Seleção Brasileira.
A investida mais recente ocorreu no Super Bowl, a final do futebol da bola oval nos Estados Unidos. A Havan comprou uma cota de patrocínio durante os intervalos da transmissão da partida para o Brasil. Na propaganda, o empresário Luciano Hang interpreta um treinador do esporte que orienta os atletas sobre os produtos encontrados nas lojas da rede.