Transporte coletivo de Joinville continua perdendo passageiros

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O transporte coletivo de Joinville continua perdendo passageiros. No levantamento mais atual, a ser utilizado na planilha que servirá de baliza para a definição da nova tarifa, a queda em relação ao ano passado é de 1,6%. O período levado em conta é entre novembro de 2017 e outubro de 2018, com comparação com mesmo período em anos anteriores.

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Assim, a média mensal de passageiros caiu de 3,13 milhões para 3,08 milhões. A queda em relação ao ano passado é sensível, mas a redução vem sendo registrada desde a segunda metade dos anos 90. Mesmo na comparação com período mais recente, a menor movimentação de usuários é significativa: entre 2011 e o ano passado, por exemplo, a redução chegou a 20,2%. 

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Nesse período, a frota de veículos de Joinville, a esmagadora maioria para uso particular, cresceu 27% — o maior acesso ao carro ou moto próprios é um dos principais motivos da queda no uso do transporte coletivo. Nas despesas, o custo do diesel – que passou a representar entre 18% e 20% da passagem (no passado, ficava em 7%) é uma das despesas com maior crescimento no transporte coletivo.

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O Plano de Mobilidade de Joinville tem entre as metas elevar para 40% até 2030 a fatia do transporte coletivo entre os deslocamentos dos moradores de Joinville. Hoje, estimativa aponta que 22% dos deslocamentos são por meio de ônibus.

 

Rotativo

Antes do anúncio do estacionamento rotativo de graça, com utilização de agentes de trânsito na fiscalização do tempo (se passar das duas horas, vai ter multa, quando o serviço for reativado), a Prefeitura de Joinville estudou entregar o sistema para gestão de entidade especial, com cobrança de tarifa junto aos motoristas.

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Mas aspectos burocráticos e questionamentos sobre como qual entidade seria escolhida levaram à opção pelo rotativo gratuito, com a própria Prefeitura  assumindo o serviço – o edital de contratação de empresa, no entanto, ainda não foi cancelado, embora continue suspenso. 

 

Sem veto

A Câmara de Joinville deve aprovar hoje o projeto com mudanças na cota 40, permitindo que áreas rebaixadas após mineração ou terraplenagem, agora com menos de 40 metros de altura, possam ser reutilizadas, com liberação para construções conforme o zoneamento do entorno.

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O líder do governo, Cláudio Aragão (MDB), garante que a Prefeitura, autora do projeto, concorda com as emendas feitas pelos vereadores – apenas áreas rebaixadas até janeiro de 2017 serão contempladas com previsão de pagamento de outorga pelos donos à Prefeitura para reutilizar o terreno.

 

Vez do Natal

A Igreja Matriz Nossa Senhora da Graça é um dos pontos do Centro Histórico de São Francisco do Sul a ganhar iluminação especial por causa do Natal. Na manhã de terça, foi instalada a decoração. No sábado, será ativada a iluminação, com apresentações, inclusive coral em frente à igreja.

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Acessível

Para o diretor do campus da Udesc em Joinville, José Fernando Fragalli, a universidade deu um “grande passo” para contar com campus acessível ao fechar acordo com o Ministério Público para adoção de uma série de normas referentes à acessibilidade. A instituição já está contratando os projetos para fazer as adequações. O inquérito civil sobre o tema aberto pelo MP, agora aquivado, foi iniciado em 2015.

 

Previsível

Além da recomendação contrária do Ministério Público, a criação da taxa de proteção ambiental em São Francisco do Sul também enfrentava resistência na Câmara de Vereadores. Por isso, a Prefeitura nem chegou a enviar o projeto e agora confirma a desistência de iniciar a cobrança a partir de janeiro de 2019. E mesmo que seja aprovada a criação no ano que vem, a taxa só pode ser aplicada a partir de janeiro de 2020.

 

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