Além de afetar as indústrias do Vale, que reduziram a produção e dispensaram funcionários, a paralisação dos caminhoneiros teve reflexos significativos também no comércio de Blumenau. Levantamento feito pela CDL divulgado no início da tarde desta quarta-feira aponta que houve, nos últimos dias, queda significativa no movimento de mercados, farmácias, instituições financeiras, lojas de móveis e eletrodomésticos, bazares e lojas de roupas e calçados.
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No setor de móveis e eletrodomésticos, o mais afetado, 60% dos entrevistados disseram que as vendas caíram mais de 60%. No segmento de roupas e calçados, também 60% dos lojistas disseram que o movimento teve queda acima de 50%.
Nos mercados, depois de filas nos caixas no final da última semana, o movimento começou a cair a partir do sábado. Para 57% dos entrevistados houve diminuição nas vendas. Destes, 33,3% disseram que a redução oscilou entre 41% e 50%. Muitos deles estão sem frutas, verduras, carnes, ovos e leite – o fornecimento de mercadorias perecíveis foi o mais prejudicado.
Nas padarias, para 60% dos empresários a redução variou entre 21% a 30%. Nas farmácias, 80% dos entrevistados informaram que tiveram queda nas vendas.
De acordo com 80% dos lojistas do setor de bazar, o fornecimento de produtos foi afetado, mas isso não prejudicou as vendas.