O exemplo de Santa Catarina quando o assunto é trabalho dentro do sistema prisional fez o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, prometer que vai voltar ao Estado para conhecer melhor o modelo.
Durante a visita na 2ª Mostra Laboral do sistema prisional brasileiro, em Canasvieiras, na Capital, ele fez questão de passar por todos os estandes de exposição de cada um dos Estados que levou exemplos de materiais produzidos por detentos. Cumprimentou cada iniciativa e ainda saiu carregado de produtos.
Jungmann tratou os números de SC como uma “luz” diante de um cenário caótica dos presídios brasileiros. No Estado, 31% dos presos trabalham, enquanto no Brasil esse índice é menos da metade: 12%. Justamente por isso é que o ministro saiu satisfeito com o que viu. Pretende se aprofundar mais sobre a iniciativa catarinense e conversar com empresários que investem dentro das cadeias.
Mesmo que o governo Temer termine em dezembro e Jungmann tenha dias contado no Ministério, claramente o legado laboral de SC continuará intacto. Seja qual for o próximo ministro, será impossível ignorar os números catarinenses.
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