O Conselho Municipal de Patrimônio Cultural de Itajaí aceitou recomendação do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e decidiu que todos os pedidos de construção ou demolição de imóveis na Praia de Cabeçudas que chegarem à Secretaria de Urbanismo terão que passar pelo crivo dos conselheiros. A obrigatoriedade vai durar enquanto correr o inquérito, instaurado pela 10ª Promotoria de Justiça, que avalia a importância histórica do bairro.
Lar de construções antigas e marcos arquitetônicos, como o primeiro hotel em estilo modernista em Santa Catarina, Cabeçudas foi uma das primeiras no Estado a receber banhistas regularmente, no início do século 20.
Leia todas as publicações de Dagmara Spautz