Marca de bolsas de couro de Ibirama lança coleção de vestidos

Compartilhe:

A designer Laci Baruffi, que empresta o nome a uma marca de bolsas, carteiras e pastas de couro, está expandindo o portfólio. Acaba de lançar uma coleção de vestidos, que chega para ampliar a experiência de compra das clientes. Este não é o primeiro movimento de diversificação feito pela empresária. Quando a recente crise começou a dar as caras, ela adicionou outros acessórios de moda ao cardápio.

Continua após a publicidade

​​​Curta Pedro Machado no Facebook​​​​​​​​​​​​​

​Leia mais publicações de Pedro Machado​​​​​​​​

Continua após a publicidade

A produção é feita em uma fábrica de 700 metros quadrados em Ibirama, onde trabalham cerca de 30 pessoas. São em torno de 2,8 mil peças mensais em couro, vendidas em seis lojas físicas – Ibirama, Blumenau, Florianópolis, Balneário Camboriú e duas em Curitiba – e também por um e-commerce.

Recuperação judicial (1)

O juiz Gustavo Bristot de Mello, da 2ª Vara Cível de Indaial, cancelou a assembleia de credores, inicialmente marcada para esta semana, que iria avaliar o plano de recuperação judicial da Benex, empresa que atua no ramo de beneficiamento têxtil. Ele considerou que a chamada não foi publicada com pelo menos 15 dias de antecedência em jornal de grande circulação, como manda a lei. Nova assembleia foi agendada para o dia 3 de outubro.

O pedido de recuperação judicial da Benex foi deferido em março do ano passado. Na petição inicial, a empresa, à época com cerca de 250 funcionários, alegou problemas financeiros causados pela crise da economia. O quadro de credores revela uma dívida próxima de R$ 20 milhões.

Recuperação judicial (2)

Em Piçarras, o juiz Mauro Ferrandin deferiu no início do mês passado o pedido de recuperação judicial da Arxo, líder na América Latina na fabricação de tanques jaquetados para postos de combustíveis. A empresa também alegou desaceleração nos negócios causada pela recessão, mas há outro componente decisivo para a situação: alvo da Operação Lava-Jato em 2015, a companhia teve a imagem arranhada no mercado e perdeu contratos. As dívidas chegam a R$ 89,3 milhões.