IZA traz “Afrodith” para o palco do Floripa Ecofestival neste sábado; confira entrevista

Iza sobe ao palco do Floripa EcoFestival, em Florianópolis, neste sábado, dia 16, para fazer o público dançar e curtir

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Iza diz que o disco “Afrodith” fala sobre amor, sobre as experiências dela com o amor (Foto: MarVin/Divulgação)

Isabela Cristina Correia de Lima Lima, ou simplesmente Iza. Aos 33 anos, a carioca é dona de um voz potente e se transformou num dos maiores nomes da música pop do Brasil em 2018, com o álbum “Dona de mim”. De lá para cá, empilhou hits, foi anunciada como uma das técnicas do programa “The Voice”, atuou no cinema, fez participações em programas de TV e se transformou num fenômeno pop.

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É esse caldeirão de talento que sobe ao palco do Floripa EcoFestival neste sábado, dia 16, para fazer o público dançar e curtir. Antes, ela conversou com a reportagem. Falou sobre o álbum “Afrodhit”, dos convites para participações especiais no disco, comentou sobre o momento que está vivendo e sobre o que o público pode esperar do show neste sábado, dia 16.

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O ingresso para o Floripa EcoFestival pode ser adquirido com desconto através do Clube NSC.

3º Floripa Eco Festival

Confira detalhes na entrevista a seguir:

No seu novo disco, as deusas gregas são uma grande presença. Você acha que é fácil uma mulher se sentir uma deusa hoje em dia?

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Depende da gente, de como nos enxergamos, nos respeitamos. O importante é nos sentirmos bem com a gente mesmo.

E se não é, como você acha que as mulheres devem se mobilizar pra encontrar isso dentro de si?

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Nós temos que nos olhar no espelho com muito carinho, sem nos preocupar com o que a sociedade diz sobre nós.

Esse álbum é extremamente sensual, poderoso. Você acha que é melhor produzir e cantar estando apaixonada?

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Não tenho uma regra para produzir ou compor. Gosto de fazer as coisas no meu ritmo, no meu tempo, sem muita regra. Mas esse álbum eu fiz para o momento que estou vivendo, que é estar apaixonada de novo, me sentindo amada de novo, redescobrindo o sexo. Tenho certeza que a energia sexual é energia criativa e isso fez diferença para a criação desse trabalho.

O que te faz hoje estar apaixonada pela sua música?

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A gente tem a responsabilidade de falar sobre coisas importantes, então é muito legal quando a gente consegue levar mensagens através da música. Isso me faz ser apaixonada pela minha música, saber que ela pode ser inspiração para outras pessoas.

O seu álbum tem composições com mulheres, qual a diferença de fazer isso com homens?

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Considero esse projeto com o mais feminino e pessoal da minha carreira. Ele é uma imersão nas questões femininas e, por isso, era importante que a maior parte das músicas fossem compostas em parceria com outras mulheres. São temas que abordamos pelos quais as mulheres se reconhecem.

O teu último álbum é um desabafo e uma terapia. Isso tem a ver com a pandemia ou com a vida? O que da tua vida que mais está no álbum?

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Com a vida, sem dúvida. Esse disco fala sobre amor, sobre as minhas experiências com o amor. Hoje me sinto mais à vontade para falar sobre alguns assuntos. Esse álbum fala mais sobre mim mesma do que sobre qualquer outra coisa. Passar por momentos bons e ruins, altos e baixos, faz parte da vida. A gente vive vários sentimentos na vida: frustração, deboche, raiva, dor, tédio. Eu passei por todos esses sentimentos e, então, não tinha como falar sobre outra coisa. É um desabafo mesmo.

O álbum tem participações especiais. Qual o critério da escolha?

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São artistas pretos que admiro, que gosto de ouvir, que me inspiram também.

Algumas canções também possuem mistura de ritmos, qual a proposta com essa pegada?

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Coloquei nesse álbum tudo o que gosto de música preta. Essa foi a proposta. Sempre gostei de funk, por exemplo, é uma joia nossa. Mas é um ritmo que ainda sobre muito preconceito. Além do funk, tem rap e afrobeat.

O que o público do Floripa EcoFestival pode esperar do seu show?

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Será um show novo, com algumas faixas do novo álbum, mas claro, sem esquecer das músicas que os meus fãs querem.

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