Primeira central de vídeo regional da PM deve monitorar 12 cidades de SC 24 horas por dia

Projeto será sediado em Jaraguá do Sul

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Ideia foi aprovada na Associação dos Municípios do Vale do Itapocu (Foto: Charles Guerra, Agencia RBS)

A região Norte de Santa Catarina deve ter a primeira central regional de videomonitoramento da Polícia Militar após a ideia ser aprovada em reunião na Associação dos Municípios do Vale do Itapocu (Amvali). O projeto deve ser instalado na antiga sede da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul e vai incluir também as cidades de Corupá, Guaramirim, Massaranduba, Schroeder, Campo Alegre, São Bento do Sul, Rio Negrinho, Mafra, Itaiópolis, Papanduva e Monte Castelo.

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A ideia é que a nova central amplie o número de câmeras em pontos estratégicos das cidades, que vão captar imagens em tempo real. Essas imagens serão transmitidas para uma central de controle, onde serão monitoradas por profissionais.

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Além disso, a proposta prevê outros diversos serviços no local, incluindo treinamento aos policiais, palestras para mulheres vítimas de violência, informações sobre drogas, orientações para motoristas com infrações, reuniões da “rede de vizinhos” e serviços de psicologia, por exemplo.

De acordo com o deputado estadual Antídio Lunelli (MDB), a proposta terá cobertura com videomonitoramento feito nas 24 horas do dia, oferecendo apoio para o policiamento de rua e no combate ao crime.

— Quando a população se sente segura, todos saem ganhando: o comércio local se fortalece, os investimentos aumentam e a qualidade de vida melhora — diz o deputado.

Conforme Antídio, a prefeitura de Jaraguá do Sul deve publicar a cessão do imóvel para o Estado nos próximos dias, que deve passar por reformas e adaptações. Os custos dos serviços ainda estão sendo levantados e serão divididos entre governo estadual, prefeituras e setores empresariais.

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PM aprova proposta

Arlene da Silva Villela, comandante do 12º Comando Regional de Polícia Militar, em Jaraguá do Sul, destaca a ampliação do monitoramento por vídeo em menor custo, com maior acesso e integração. Para ela, o principal ganho será relacionado aos crimes contra idosos, crianças e mulheres.

— Teremos participação de outros órgãos, a possibilidade de acompanhamento de tudo, de toda situação que venha passar pela nossa região — destaca.

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Para o sistema acontecer, o Estado deve fazer a contratação de agentes temporários em novembro. Arlene aponta ser fundamental a participação dos moradores.

— A ideia é que a comunidade participe, inclusive com empresas, para que se estabeleça realmente um conselho de ordem pública — finaliza.

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