“Caçadores” do assassino Lázaro buscam foragidos do presídio de Mossoró

Profissionais ligados à PRF acompanham buscas por dois criminosos que fugiram de presídio federal

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Buscas por foragidos do presídio federal de Mossoró (à esq) têm presença de agentes que atuaram na caçada por Lázaro

Buscas por foragidos do presídio federal de Mossoró (à esq) têm presença de agentes que atuaram na caçada por Lázaro, à direita (Fotos: Reprodução, Depen; Reprodução, PCDF )

A operação de busca por fugitivos do presídio federal de Mossoró (RN) conta agora com o reforço de 20 agentes que participaram da caçada ao assassino Lázaro Barbosa, em Goiás, em junho de 2021. A informação foi divulgada pelo colunista do portal Metrópoles, Guilherme Amado.

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Os agentes são ligados à Polícia Rodoviária Federal (PRF) e integram um grupo considerado de elite da corporação, chamado de Grupo de Respostas Rápidas (GRR). Eles estão em Mossoró desde a última sexta-feira (16).

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Outro grupo de elite, mas da Polícia Federal, chamado de Comando de Operações Táticas (COT), também enviou equipes para Mossoró.

A fuga ocorreu na última quarta-feira (14) e foi a primeira registrada em um presídio federal na história.

Nesta sexta-feira, os primeiros agentes da Força Nacional autorizados a atuar na busca aos foragidos em Mossoró chegou à cidade potiguar nesta sexta-feira (23). No total, 111 agentes vão auxiliar na caçada. Segundo o governo federal, ao menos 500 agentes de corporações como PF e PRF atuam nas buscas pelos criminosos Rogério da Silva Mendonça (conhecido como Tatu) e Deibson Cabral Nascimento (o Deisinho).

A caçada a Lázaro ocorreu em junho de 2021 e durou 20 dias e terminou com a morte dele com 38 tiros. Ele era acusado de assassinar quatro pessoas da mesma família em Ceilândia, no Distrito Federal.

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