O legado de Iris Apfel, estilista norte-americana morta aos 102 anos

O falecimento foi informado pelo perfil dela no Instagram

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Apfel era um 'um caleidoscópio de cores' (Foto: Instagram)

Iris Apfel, estilista americana ícone da moda morreu nesta sexta-feira (1º) aos 102 anos, mas deixou um legado de ousadia e autenticidade. A centenária era considerada uma referência fashion: tinha 97 anos quando assinou um contrato de modelo com a agência global IMG Models, que também representa Gigi Hadid e Karlie Kloss.

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As informações são do g1 e BBC News. Autodenominada “estrela geriátrica”, a estilista era conhecida pelo cabelo branco curto, óculos enormes, batom vibrante e colares volumosos.

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Apfel atingiu o auge de sua fama nas décadas de 1980 e 90, mas foi presença constante nos desfiles de moda de Paris por mais de meio século. Ela também atendeu a uma série de clientes celebridades, incluindo Greta Garbo e Estée Lauder.

A morte foi anunciada aos quase três milhões de seguidores no Instagram, com uma foto de Apfel usando seus renomados óculos redondos oversized.

O designer americano Tommy Hilfiger foi um dos que prestou homenagem, elogiando Apfel como uma “inovadora e líder” no mundo têxtil e da moda, que “ficará na história”.

Nascida em uma família judia em Nova York em 1921, Apfel inicialmente estudou história da arte e se especializou em design de interiores, especialmente têxteis.

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Ela trabalhou como designer de interiores por décadas, incluindo em projetos de restauração na Casa Branca, antes de se tornar uma trendsetter em seus 80 anos e uma modelo profissional aos 97.

Em 2014, ela foi o foco de um documentário, chamado Iris, dirigido pelo renomado diretor Albert Maysles.

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Em uma entrevista ao BBC Newsnight em 2015, ela expressou sua opinião de que “se vestir deveria ser divertido” e uma “oportunidade para brincar”.

Questionada sobre o que achava da ideia de vestimentas apropriadas para a idade, ela afirmou que “se você consegue sustentar, é apropriado”.

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