Não foram exibições! As duas partidas amistosas que marcaram a estreia de Dorival Junior no comando técnico da Seleção tiveram um time mais organizado em campo e muito mais competitivo em relação à bagunça da desastrosa passagem de Fernando Diniz.
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Seleção brasileira empata com a Espanha em amistoso acirrado, em Madri
Os resultados foram bons e refletem exatamente esse padrão estabelecido para a largada do trabalho. Compactação, marcação forte e usar a velocidade de Vini Jr., Rodrygo, Raphinha e Endrick. A fórmula é simples e resolveu, com poucas sessões de treinamento, problemas que vinham ocorrendo nas derrotas das Eliminatórias.
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Nas duas partidas, a Seleção teve menos posse de bola e sofreu muita pressão. Se portou realmente como visitante, transferindo a responsabilidade da iniciativa para os donos da casa, que eram as fortes equipes da Inglaterra e da Espanha.
Contra a Espanha, o Brasil sofreu mais, com um primeiro tempo em que ficou encurralado até os 2 x 0. Contra a Inglaterra sofreu uma meia pressão, mas ofereceu mais perigo nos contra-ataques e poderia ter vencido por mais que 1 x 0, que foi o placar final da partida. Mesmo assim, no empate desta terça, os espanhóis precisaram de dois pênaltis inexistentes para fazer vantagem.
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Os amistosos serviram pra trazer mais confiança ao time, que vinha destruído pelas derrotas seguidas da “Era Diniz”, para afirmar a boa escolha com Dorival Júnior, um treinador muito competente e organizador de equipes, e para mostrar ao mundo a joia Endrick, com seus gols em Wembley e no Santiago Bernabéu.







