Laudo da PF aponta que autor de explosões em Brasília segurava explosivo contra a cabeça

Francisco Wanderley Luiz, o Tiu França, morava em Rio do Sul e morreu após provocar explosões em estacionamento da Câmara e na entrada do STF

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Explosões no STF

Francisco foi autor de explosões em frente ao STF no dia 13 de novembro (Foto: Reprodução Redes sociais)

Um laudo da Polícia Federal apontou que Francisco Wanderley Luiz, o Tiu França, autor das explosões em frente ao prédio do Supremo Tribunal Federal no dia 13 de novembro, segurava um artefato explosivo próximo à própria cabeça na hora da detonação. O homem de 64 anos morreu ainda no local. As informações são do portal g1.

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Segundo o laudo, o corpo da vítima tinha lesões que apontavam a proximidade do artefato explosivo da cabeça do autor. Também foram identificadas múltiplas fraturas e amputações na mão direita, o que confirmaria a hipótese de que Francisco segurava o artefato no momento da explosão.

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Conforme a PF, o autor do atentado, que era filiado ao PL e morador de Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí, trajava uma camiseta com uma estampa de uma pessoa derrubando uma peça de dominó, resultado em uma queda de uma fileira de peças.

Para as autoridades da PF, o vestuário combinado com as mensagens enviadas antes do ataque indicariam que ele pretendia “deixar uma mensagem visual e simbólica”.

As explosões ocorreram na noite de 13 de novembro. A primeira explosão ocorreu em um carro estacionado entre o STF e o Anexo IV da Câmara dos Deputados, onde o porta-malas do veículo tinha fogos de artifício e tijolos. O automóvel pertencia ao próprio Francisco. Cerca de 20 segundos depois, uma nova detonação foi ouvida, na Praça dos Três Poderes, em frente à entrada do STF.

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