O primeiro caso de chikungunya no Sul catarinense foi confirmado no início desta semana, em Araranguá. Segundo a vigilância epidemiológica do município, o paciente infectado é um caminhoneiro, de 72 anos. Ele teria contraído a doença em viagens para outras regiões do país.
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Inicialmente acreditava-se ser um caso de dengue, porém, após exames, foi confirmado como chikungunya. O idoso se recupera e não possui riscos de transmissão. Ele viajou para o Norte, Nordeste e Sudeste do Brasil entre 18 de fevereiro e 28 de março, confirmando que a doença não foi contraído no Sul de Santa Catarina.
De acordo com dados da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) do Estado, em 2025 foram registradas 1.427 notificações da doença em SC, sendo 707 casos prováveis e 510 confirmados. Ainda de acordo com a Dive, houve um aumento de 762,2% em relação ao mesmo período no ano passado.
— Uma característica da doença são as dores articulares, limitando as atividades do dia a dia. Alguns casos em crianças e idosos têm um grande risco de agravamento, já que a chikungunya pode descompensar outras doenças que as pessoas já tem — explica o diretor da Dive, João Augusto Fuck.
A recomendação é de que, na presença dos sintomas, as pessoas busquem os serviços de atendimento de saúde de forma imediata e evitem a automedicação, que em alguns casos, pode agravar a doença.
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