Figueirense e a inércia do pior começo de Série C

Figueirense tem apenas um ponto somado em três rodadas de Série C e ocupa a zona de rebaixamento da competição

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Técnico Thiago Carvalho comanda a o Figueirense no pior início de Série C do clube desde 2021 (Foto: Bruno Atanázio, NSC)

Técnico Thiago Carvalho comanda a o Figueirense no pior início de Série C do clube desde 2021 (Foto: Bruno Atanázio, NSC)

Ao que parece o Figueirense vai seguir apostando no trabalho da comissão técnica comandada por Thiago Carvalho. Nesta segunda-feira não havia nenhum indício de troca de treinador no alvinegro. Por mais que, assustadoramente, o time tenha realizado em três rodadas o pior início de Série C desde que caiu em 2020, com apenas um ponto somado em três partidas.

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Nem mesmo em 2023, quando lutou contra o rebaixamento à Série D, o Figueirense começou tão mal. Naquele ano, na terceira rodada, o furacão já tinha quatro pontos.

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Thiago Carvalho teve 40 dias entre Estadual e Série C para ajustar e melhorar a equipe do Figueirense para o campeonato nacional. Recebeu reforços nos três setores do campo. O que se vê é uma equipe frágil, com uma ideia de jogo que não se justifica pelos resultados, e que se mostra nada competitiva.

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São três jogos na C e seis gols sofridos. No ano, em jogos oficiais de Catarinense e Série C, são 15 jogos e 22 gols sofridos pela defesa treinada por Thiago Carvalho.

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Não há mais argumentos que sustentem a sequência de trabalho do treinador. A não ser que o Figueirense esteja, na terceira rodada, aceitando, mais uma vez, a condição de coadjuvante na Série C, e a inércia da aceitação seja a ordem interna no clube. Não foi isso que o executivo Enrico Ambrogini e o gerente de futebol, Wilson, prometeram ao torcedor no início da temporada.

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O Figueirense precisa reagir, dentro e fora das quatro linhas. Na espera eterna pela Recuperação Judicial, pelos recursos da CLAVE, e pela falta de atitude de Ambrogini e Wilson no futebol, o clube parece ter no horizonte mais um ano perdido.