O suspeito de matar pai e dois filhos em Ilhota voltou para trás das grades. Ele estava em prisão domiciliar, que foi revogada pela Justiça. Nesta terça-feira (1º), então, policiais civis foram até o homem e o levaram ao sistema prisional da região.
O crime ocorreu em outubro de 2023. À época, Pedro Souza, 55 anos, Deyvid Vinicius Souza, 22, e Douglas Souza, 25, estavam em um bar onde havia prostituição. Quatro pessoas em duas motos teriam chegado atirando. Pedro e Deyvid morreram no local. Douglas faleceu no hospital.
A Polícia Civil disse que os crimes ocorreram por uma junção de fatores:
Primeiro, um dos mortos teria ido ao estabelecimento e mantido relações sexuais com uma mulher e isso teria gerado ciúmes em um homem. Naquele dia, de volta ao bar, as vítimas teriam pedido bebidas, mas não foram atendidos pelo gerente. Houve uma discussão e o funcionário, um faccionado, saiu.
Meia hora depois, os bandidos teriam chegado e cometido os assassinatos. Pedro levou três tiros e Deyvid, cinco. Douglas, que seria o alvo de ciúmes por causa da mulher com quem manteve relação, levou 14 tiros. Ele seria o principal alvo do ataque, a princípio não premeditado.
Quatro meses depois, o responsável pelas mortes foi preso preventivamente em Ilhota. Com o tempo, a detenção tornou-se domiciliar. Recentemente, a Justiça entendeu que o envolvido deve permanecer atrás das grades.
Assim, a Polícia Civil foi atrás do investigado e o prenderam preventivamente mais uma vez. Com ele havia certa quantidade de drogas, o que gerou um novo boletim de ocorrência por tráfico. Agora, ele aguarda o andamento dos processos na prisão.
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