Premiada cervejaria de SC ensaia retorno após anunciar encerramento das atividades

Bierland tem intenção de participar de licitação da Oktoberfest

Compartilhe:

Cervejaria anunciou interrupção da produção em outubro de 2024 (Foto: Divulgação)

Menos de um ano depois de anunciar a interrupção das atividades, a Bierland, tradicional e premiada cervejaria de Blumenau, está ensaiando um retorno ao mercado. A volta deve ser oficializada durante a Oktoberfest deste ano, caso a marca consiga arrematar um dos pontos de venda de chope na festa disponíveis para empresas da cidade. A licitação será aberta nesta quarta-feira (9).

Continua após a publicidade

Logo após a edição de 2024 da Oktoberfest Blumenau, a Bierland avisou ao mercado que estava à venda, com uma estrutura que contemplava fábrica própria com capacidade para fabricar até 120 mil litros de cerveja por mês, além do premiado histórico da marca – 130 medalhas em competições nacionais e internacionais. A coluna apurou que a estrutura foi oferecida a outras cervejarias e investidores, mas não houve negócio.

Nesta retomada, a marca permanecerá sob a liderança do empresário Eduardo Krueger. Ele já vem se movimentando nos bastidores, comunicando os planos desta nova fase da Bierland. A empresa foi uma das primeiras artesanais da região a apostar alto em uma linha de latas no varejo, mas esbarrou nos custos apertados desse modelo de negócio. A volta deve marcar um reencontro com as “origens”, com foco em barris de chope e garrafas.

Continua após a publicidade

Apesar de ter parado de produzir, a Bierland manteve a fábrica, maquinário e até mesmo alguns insumos. Por isso, a retomada deve ser rápida.

Quais cervejarias artesanais participaram da Oktoberfest Blumenau 2024

Leia também

Empresa que “fez nevar” em SC completa 65 anos com nova marca e cliente até em Las Vegas

Ex-piloto da Fórmula 1 vem a Blumenau participar de evento empresarial

Cacau mais caro? Esta fábrica de chocolates de SC decidiu responder com investimento

Continua após a publicidade

Em crise, tradicional Colégio Energia pede recuperação judicial para renegociar dívidas