O atirador que matou quatro pessoas nesta segunda-feira (28) dentro de um prédio de luxo de Nova York, nos Estados Unidos, tinha como alvo a sede da NFL, a liga norte-americana de futebol americano. O homem, que morreu após o atentado, era ex-jogador e culpava a liga por uma doença que contraiu.
O suspeito de 27 anos não chegou na sede da NFL, que ficava no 5º andar do prédio, e foi ao 33º andar. Segundo o prefeito de Nova York, há dois conjuntos diferentes de elevadores no edifício, e nem todos chegam em todos os andares, então é provável que atirador tenha entrado no elevador errado.
De acordo com a polícia de Nova York, uma carta de três páginas foi encontrada com o atirador. Nela, o atirador culpava a NFL Um bilhete de três páginas foi encontrado no corpo do atirador. Segundo a polícia, na carta o homem culpava a NFL por uma doença neurodegenerativa encefalopatia traumática crônica, que supostamente contraiu nos dias de futebol americano no ensino médio.
A encefalopatia traumática crônica, também conhecida como demência pugilística, é uma doença neurodegenerativa causada por repetidas lesões na cabeça ou no crânio. É comumente diagnosticada em jogadores de futebol americano amadores.
Stephen Curry reclama de salários na NBA e manda recado
Ainda na carta, o atirador pediu que seu cérebro fosse estudado e escreveu: “Você não pode ir contra a NFL, eles vão te esmagar”, de acordo com a imprensa norte-americana.
Segundo a comissária de polícia Jessica Tisch, duas mulheres e dois homens morreram no ataque a tiros. Um homem foi baleado e está em estado grave, enquanto outras quatro pessoas tiveram ferimentos leves ao tentar escapar do local do ataque.
O atirador foi running back de destaque na Granada Hills Charter High School, na Califórnia. Ele trabalhava como segurança de um cassino, onde conseguiu permissão para porte de arma de fogo, de acordo com fontes policiais.
