Brasil é destaque na Olimpíada Internacional de Economia

O Brasil é tetracampeão dessa competição e segue como o país com o melhor desempenho até agora. Líder da equipe é economista graduado pela UFSC

Compartilhe:

A delegação brasileira que disputou as provas deste ano da IEO em Baku, capital do Azerbaijão, país localizado na Europa e Ásia (Foto: Divulgação)

Estudantes brasileiros, mais uma vez, se destacaram na Olimpíada Internacional de Economia (International Economics Olympiad – IEO). A equipe do país conquistou o primeiro lugar nas provas de finanças e de economia, e obteve duas medalhas de prata e duas de bronze. O Brasil é tetracampeão dessa competição, que este ano aconteceu em Baku, no Azerbajião.

Continua após a publicidade

A delegação brasileira de 2025 foi integrada pelos estudantes Antonio Gama Lima, Fernando Giron, Leonardo Zanetti Souza, Lucas Monteiro Rivelli, Maria Clara Souza, Marina Cintra Luiz e
Nícolas Goulart. O líder é o economista Raphael Zimmermann, graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
– O Brasil segue como o país mais premiado da Olimpíada Internacional de Economia. Vencemos quatro vezes. A edição deste ano foi a mais competitiva da história, com 54 países concorrentes. Entre os participantes estavam os Estados Unidos, a China e muitos países europeus – observou Raphael Zimmermann.

Segundo ele, uma novidade deste ano é que a delegação brasileira, pela primeira vez, teve duas mulheres. O grupo foi integrado por estudantes medalhistas de ouro da Olimpíada Brasileira de Economia (Obecon), que conta com a participação de alunos do ensino médio e ensino superior.
A participação do Brasil na olimpíada, este ano, foi com o apoio da B3, BTG Pactual, Verde e Bain.

Continua após a publicidade

Líder da equipe brasileira da IEO, Raphael Zimmermann também é cofundador e presidente do Fundo Catarina, endowment que tem como foco a qualidade da formação dos estudantes do Centro de Tecnologia – engenharias e ciência da computação – da UFSC. Nos últimos meses, ele tem concentrado ações para conseguir mais doações para esse fundo, que forma capital permanente e usa o rendimento real para apoiar projetos de educação na área, inscritos por meio de editais.

Leia também

Como fundo de alunos da UFSC gera receita para investir em futuros engenheiros