Central fala sobre caminho do Brasil no vôlei para as Olimpíadas de Los Angeles 2028

Nova geração de atletas são o destaque do país na modalidade

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Maique nascimento jogando pela Seleção Brasileira de Vôlei, como líbero

Seleção Brasileira de vôlei (Foto: Divulgação, FIVB)

O central Flávio, da Seleção Brasileira de vôlei masculino, comentou sobre o caminho do Brasil para chegar nas Olimpíadas de Los Angeles 2028. Em entrevista ao ge, o atleta relembrou a eliminação precoce da equipe no Campeonato Mundial e destacou o trabalho da nova geração.

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Na última competição da Seleção, os brasileiros caíram ainda na fase de grupos, com duas vitórias e uma derrota. O Brasil fez a pior campanha da história ao acabar na 17ª posição. Para Flávio a derrota serve para visualizar o futuro.

— O aprendizado que fica é que a gente provou, sentiu esse gosto amargo na boca e não quer isso mais. É início de ciclo, um grupo reformulado, com vários jovens a serem lapidados, mas estamos no caminho certo — disse ao ge.

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Caminho da Seleção Brasileira de vôlei para as Olimpíadas 2028

Apesar da eliminação precoce no evento mais importante do calendário da modalidade em 2025, Flávio acredita que o ano tenha terminado com um saldo positivo. A Seleção Brasileira conquistou, nesta temporada, o terceiro lugar na Liga das Nações de Vôlei (VNL).

— Estamos no caminho certo. Lógico que a estrada é longa e árdua. Vão ter altos e baixos, é normal nessa geração nova. O que importa é o objetivo, aonde estamos indo, o percurso que estamos traçando — comentou o central.

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Segundo Flávio, a nova geração de atletas é o caminho do Brasil para as Olimpíadas de Los Angeles 2028. A Seleção Brasileira masculina lidera o quadro de medalhas em Jogos Olímpicos, ao todo são três ouros e três pratas. Apesar disso, a última vez que o país conquistou o título foi em 2016, no Rio de Janeiro (RJ).

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— Esses jovens precisam de bagagem, de experiência, jogar no alto nível por mais tempo. Três deles [Arthur Bento, Lukas Bergmann e Darlan] estão indo para a Itália jogar no campeonato mais forte do mundo. A bagagem que vão adquirir lá fora será enorme e só tem a agregar à nossa seleção. A bagagem que vão ganhar vai ser muito boa e vai nos ajudar nesse caminho para Los Angeles — finalizou.

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*Eliza Bez Batti é estagiária sob a supervisão de Marcos Jordão