Tijuca x Osasco pela Superliga Feminina 2025/26: Onde assistir ao vivo

Equipe joga pela primeira vez no torneio e enfrenta o atual campeão

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Tijuca garante vaga inédita na Superliga

Tijuca garante vaga inédita na Superliga (Foto: Maurício Val, CBV)

Tijuca e Osasco se enfrentam nesta quarta-feira (22), às 18h30min, no Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro (RJ). A partida vale como estreia dos times na Superliga Feminina 2025/26, pela primeira rodada.

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Confira as equipes da competição

Pela primeira vez na história, o Tijuca jogará na Superliga Feminina. Antes, em 1994 pela antiga Liga Nacional de Vôlei, a equipe esteve na elite do esporte nacional. O time se classificou a atual temporada com o vice-campeonato na Superliga B.

Do outro lado, o Osasco é o atual campeão da competição, após ter superado o Bauru na final da temporada 2024/2025. Nesse início de temporada, o time ficou em terceiro lugar no Campeonato Paulista e venceu a Supercopa do Brasil.

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Superliga Feminina 2025/26: Calendário, equipes e onde assistir

Onde assistir ao vivo e com imagens Tijuca x Osasco pela Superliga Feminina 2025/26

O jogo entre Tijuca e Osasco vai passar ao vivo e com imagens pelo streaming da VBTV (Volleyball World TV), mas também é possível acompanhar todos os lances pelo tempo real do ge.

  • Data: Quarta-feira, 22 de outubro de 2025;
  • Horário: 18h30min (de Brasília);
  • Local: Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro (RJ);
  • Onde assistir: Ao vivo com imagens pela VBTV (streaming). Pelo tempo real do ge. (verificar disponibilidade com seu serviço de streaming e/ou sua operadora de TV por assinatura).

De volta a elite, o time carioca possui alguns reforços de fora do Brasil. O Tijuca contratou a levantadora Jennifer Nogueras, da seleção de Porto Rico, e a central tcheca Ema Kneiflová que jogou na VNL e no Mundial deste ano.

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Já a equipe paulista manteve boa parte da base campeã, mas com algumas mudanças como a saída da campeã olímpica Natália. A principal contratação foi a levantadora norte-americana Jenna Gray que jogou no Minas na última Superliga.

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*Eliza Bez Batti é estagiária sob a supervisão de Marcos Jordão